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8/18/2015

Bonsais e Terapia Ocupacional com Dependentes Químicos

Que a arte de criar e cultivar bonsais é uma excelente terapia é um fato incontestável. Que os dependentes químicos sejam capazes de criar essa arte é, não só uma satisfação, como a prova de que eles podem se recuperar dessa doença terrível, despertar a autoestima adormecida e revelar talentos antes desconhecidos. Trabalhando com rosas do deserto seguem algumas fotos do que eles são capazes de criar.
Bonsai Natal    

    

     

8/15/2015

Terapia Ocupacional - Bonsais


ORIENTAÇÕES GERAIS PARA O CORRETO CULTIVO DO BONSAI

Cultivar um Bonsai é uma experiência renovadora que proporciona a troca de energia entre o cultivador e a planta. Uma excelente terapia ocupacional e anti-stress.

Recomendamos que leia atentamente estas orientações para que possa cuidar adequadamente do seu Bonsai.

A arte do Bonsai surgiu na China e remonta mais de dois mil anos de história, chegando mais tarde ao Japão onde se popularizou e foi aperfeiçoada. Os primeiros mestres em Bonsai chegaram ao Brasil com a imigração japonesa, sendo hoje uma arte difundida em todo o país.

COMO CUIDAR DO SEU BONSAI

LUZ E AMBIENTE

As plantas cultivadas em Bonsai são, em sua maioria, árvores ou grandes arbustos e como tal devem permanecer ao ar livre onde possam receber a luz solar, a chuva e o frescor do orvalho matinal sendo resguardadas apenas do excesso de sol a fim de evitar uma desidratação severa.


O excesso de sol pode ser evitado posicionando o Bonsai embaixo de uma árvore que filtre naturalmente os raios solares por entre suas folhas.

Devem ainda ser protegidas dos rigores do inverno em regiões muito frias e sujeitas a geadas (plantas tropicais). Neste caso podemos evitar danos abrigando a planta em área coberta ou em ambiente interno durante a noite.

Procure informar-se sobre as necessidades específicas do seu Bonsai para que possa escolher o melhor local de cultivo, com maior ou menor incidência de sol e vento.

Espécies como Juníperos e Pinheiros exigem um mínimo de 5 horas diárias de luz solar direta, sendo muito resistentes ao frio intenso.

O BONSAI EM INTERIOR

Para que seu bonsai se desenvolva com saúde é necessário que seja cultivado junto a uma janela que possa ser aberta diariamente fornecendo iluminação e ventilação, tendo em vista que a planta necessitará de 2 a 4 horas de sol por dia.


Evite o uso de cortinas para filtrar a luz e não posicione o Bonsai próximo a fontes de calor. Se possui animais de estimação, certifique-se de que estes não terão acesso à planta para evitar acidentes. Gire a planta a cada 15 dias, evitando a deformação dos galhos e folhas e o surgimento de brotos em apenas um lado. Ambientes fechados e com ar condicionado são totalmente inadequados ao cultivo do Bonsai.

ÁGUA NA MEDIDA CERTA

Como toda planta cultivada em vaso, o Bonsai depende da rega para obter a água essencial à vida. Devido ao diminuto tamanho do vaso usado em Bonsai a desidratação pode ocorrer rapidamente, sendo fundamental a atenção do cultivador no sentido de verificar a necessidade e a frequência da rega.

A falta de água é um dos fatores responsáveis pela perda de um Bonsai, no entanto, o excesso de água pode causar o apodrecimento das raízes e, da mesma forma, levar à perda da planta.

Calor, vento e tempo seco provocam a evaporação da água, levando o substrato a secar mais rapidamente. Nestas condições, a rega deve ser diária, e às vezes até duas vezes ao dia. O uso de um borrifador para umedecer as folhas nos dias mais quentes também é recomendado, mas deverá ser praticado antes do anoitecer para se evitar o desenvolvimento de fungos.


COMO REGAR O BONSAI

Diariamente, preferencialmente pela manhã, procure sentir com os dedos se a superfície do substrato está seca. A rega deverá ser abundante, até que escorra água pelos furos de drenagem do vaso. Caso use um prato embaixo do vaso para conter o excesso de água será conveniente removê-lo imediatamente após a rega para evitar o afogamento das raízes. Se o Bonsai ainda estiver úmido não será necessário regá-lo e você poderá verificar novamente, mais tarde.


USANDO UM REGADOR

O regador indicado para molhar o Bonsai deve ser pequeno e de fácil manuseio. Existem produtos específicos dotados de micro furos, estes regadores possibilitam fazer a rega sem correr o risco de remover o substrato acidentalmente, o que ocorre com regadores de jardim.





COMO ADUBAR O BONSAI

Como qualquer planta, o Bonsai necessita de nutrientes para que se desenvolva naturalmente. A forma de fornecer à planta estes nutrientes se dá por meio da adubação. Use somente adubos específicos para Bonsai, na dosagem recomendada e durante os meses de crescimento da planta. Durante o inverno não devemos adubar, já que este é o período de dormência vegetal.


PODA DE MANUTENÇÃO

Indicada para manter a forma e harmonia do seu Bonsai esta poda também equilibra a energia da planta evitando a perda de folhas e ramos internos. Pode ser praticada durante todo o ano.




PODA DE FORMAÇÃO

Indicada para a correção estrutural da planta. Nesta pode-se remover galhos ou mesmo parte do tronco, mas deve ser feita no inverno, já que a planta estará em dormência.
É necessária a aplicação de pasta cicatrizante para impermeabilizar o corte impedindo a entrada de doenças e facilitar a cicatrização.

TRANSPLANTE

Dependendo da espécie e idade, o Bonsai deverá ser replantado a cada 2 ou 3 anos. Esta operação inclui a troca parcial ou total do substrato e a poda das raízes.
Isso promoverá a renovação do sistema radicular e influenciará diretamente na saúde global do bonsai.

Em primeiro lugar, tem que se ter consciência de que Bonsai é uma árvore e que, mesmo pequena, necessita de cuidados que a natureza daria a uma árvore normal, como: luz do sol, chuva e vento. Mas, o principal para ela, que está plantada em uma bandeja e com pouca terra é a irrigação. Se a raiz secar, morre”. 

É uma terapia ocupacional muito eficaz. Você não consegue cuidar de um Bonsai com afazeres pendentes. Tem que viajar, principalmente na hora da poda. Tem que imaginar aquela árvore na natureza e podá-la para que fique igual. É um momento de muita intimidade em que a natureza exige exclusividade sua”.

BONSAI SIGNIFICADO -TERAPIA

O significado da palavra bonsai quer dizer árvore na bandeja, Bon=vaso e sai=planta.É uma árvore miniaturizada através de técnicas de poda da copa, raiz e da aramação, dando movimento e harmonia à planta. 

O bonsai surgiu na China há mais de dois mil anos, e mais tarde popularizou-se no Japão,onde sua técnica foi aperfeiçoada, chegando ao Brasil através da imigração Japonesa. Hoje são cultivados no mundo todo. 

Embora o bonsai seja uma arte oriental antiga, é tão relevante para a cultura ocidental atual como foi para o Oriente. Muitos tem o bonsai como hobby, proporcionando uma energia entre a planta e seu cultivador, recomendado por médicos como terapia ocupacional e anti-stress.

"A essência do bonsai se resume na palavra silêncio, um silêncio que é manso, humilde, que busca fazer florescer nos corações dos homens que sinceramente querem ver na natureza um aliado para lograr o objetivo do encontro consigo mesmo".

Bonsai



Tenho pesquisado sobre o cultivo de bonsai, nada com interesse comercial, apenas mais uma terapia ocupacional, a minha mente sempre alcança um estado pleno de paz quando estou em contato com alguma planta. Durante um bom tempo me dediquei às orquídeas, também uma agradável ocupação.

Após alguns textos elucidativos foi possível perceber que a arte de “plantar árvores em bandejas” vai muito além de um simples arranjo, há todo um significado, minuciosos cuidados e, principalmente, exige paciência, pois leva anos para tomar a forma desejada. 

Talvez seja exatamente isso que eu esteja precisando no momento, acalmar uma cruel ansiedade que aumenta na mesma proporção em que a minha idade avança.

Um único detalhe me preocupa, a rega diária, em caso de viagem será preciso deixar o bonsai aos cuidados de alguém. Vejo que vou arrumar ocupação para a vizinhança, pelo menos não é tão trabalhoso quanto um animal de estimação.

No momento estou estudando a espécie a ser plantada, as que ficam floridas me encantam, são tantas as opções que temo ficar nessa dúvida por muito tempo. De antemão percebo que haverá uma troca de energia, o bonsai responderá positivamente aos meus cuidados caso os seus galhos sejam podados e moldados adequadamente, em contrapartida, ele deixará os meus dias mais alegres com toda a sua elegante beleza. Penso que ele exigirá muito mais de mim que eu dele, tudo bem, assim é que a vida rege.

Terapia com bonsai ajuda a coordenação motora e a concentração

Na aula de bonsai, Tsuneo Takada, 82, aperta com força a tesoura de cortar galhos e levanta para ver como a árvore está crescendo. Nada surpreendente se ele não tivesse perdido parte dos movimentos em um derrame, do qual se recupera há quatro anos.


"Os médicos disseram que ele tinha dois anos para se recuperar. Depois, era difícil ter melhora", lembra Cleide Takada, 54, filha de Tsuneo.

Foram dois anos de terapia, sem muito resultado. Até que a família convidou Kenji Sugui, paisagista que cuidava do jardim japonês da casa, para ensinar bonsai a Tsuneo duas vezes por semana.

Sugui nunca tinha feito isso. O bonsai era um hobby, adotado depois de ele ter trocado a publicidade pelo paisagismo, há 12 anos.

"O bonsai foi uma saída para mim. Eu tive problemas de saúde por ansiedade. Funcionou como terapia."

No começo, as aulas foram orientadas por terapeuta ocupacional. Mesas e apoios foram adaptados. Os resultados começaram a aparecer logo.

"É uma atividade que deixa ele feliz, nem percebe que está se exercitando, não pensa que é uma tarefa como os outros exercícios". 

Não foi um milagre. "O bonsai é uma atividade que estimula a capacidade de planejamento, a coordenação motora e a concentração. Além do mais, é algo de que esse paciente gosta". Sempre que pode, utilizo a jardinagem na reabilitação de pessoas com dificuldades motoras.

Para Fábio Noronha, autor do livro "Cultivando Bonsai no Brasil", essas miniaturas vivas exigem mais dedicação do que plantas comuns, fazendo com que a pessoa estabeleça um vínculo afetivo com elas. "É uma relação intensa e benéfica. Quem sofre de ansiedade melhora com a prática."

Qualquer um pode ter um bonsai, se estiver disposto a cuidar dele. "Não é frágil ou difícil. Mas as pessoas são acostumadas a ter plantas como se fossem objetos. Um bonsai não sobrevive se for esquecido."

Bonsai Terapia Ocupacional perfeita


Todos nós sabemos que, um praticante da arte do bonsai, desenvolve paciência, ou ao menos a deveria desenvolver. Além dessa característica, o bonsai em si, nos "ocupa" a cabeça, levando a desestressar da rotina do cotidiano. 

Na cultura budista, o bonsai está amplamente associado à exercícios de meditação, proporcionando a constante evolução da harmonia do "ser". 

Como muitos de vocês, já pude comprovar a eficácia dessa arte no auxilio da terapia; ao chegar em casa com algum "fardo" e ser "recepcionado" por suas plantas e voltar sua atenção à elas, mesmo que por alguns instantes, esquecendo o stress e relaxando. 

Todas formas de harmonização e relaxamento (seja ela qual for) do seu "ser", são consideradas vertentes da meditação, e o bonsai é uma delas. 

Quando você tem alguma coisa ou atividade que seja alheia ao seu dia-a-dia para se concentrar e se dedicar, algo que somente lhe dê prazer, a rotina e o peso da vida em parte, lhe é aliviado. Há pessoas que usam certos mecanismos como válvula de escape para o seu "stress" e de sua realidade, com o bonsai, em parte isso é possível, em uma situação onde você se reencontra com seus sentimentos, poder de observação, superação e sem falar no puro contato com a natureza. 

Em alguns casos, o bonsai é usado como modo de terapia ocupacional, afim de gerar uma sensação de auto realização e relaxamento, mesmo sendo em um ambiente muitas vezes secundário. 

Empregando alguém em alguma tarefa, a pessoa se sentirá útil e reforçará o sentimento de inclusão e de auto estima elevada, a terapia ocupacional também se enquadra nos tratamentos de mentais e sociais, através de atividades específicas para ajudar as pessoas a alcançarem seu nível máximo de funcionalidade e independência e o bonsai, auxilia muito nesses aspectos. 

Terapia ocupacional no Cuidar de Idosos

A Terapia Ocupacional é uma profissão que vem crescendo e se consolidando na área de Gerontologia pela contribuição que pode ter no cuidado de idosos saudáveis ou com qualquer condição de saúde que interfira no seu desempenho ocupacional. 

Vale ressaltar, que é desta relação com o desempenho das pessoas nas suas ocupações que houve a origem do termo “Terapia Ocupacional” (tantas vezes mal entendido, não é?).

Os terapeutas ocupacionais que trabalham com idosos conhecem o peculiaridades do corpo, da mente e até das questões sociais dessa geração. Vou além, conhecem o desempenho ocupacional desta fase da vida. Sendo assim, encontram-se aptos a trabalhar em quaisquer questões relacionadas às ocupações da terceira idade.

A prática do terapeuta ocupacional em Gerontologia começa desde a prevenção de condições que interfiram na qualidade de vida dos idosos. Terapeutas ocupacionais podem orientar sobre: planejamento/adaptação do ambiente domicilar (evitando quedas), de trabalho (adaptando equipamentos) ou lazer (planejando atividades de acordo com as capacidades). 

Podem melhorar a eficiência e a eficácia na realização de atividades de vida diária (a melhor forma de calçar o sapato, adaptar roupas…) e até da rotina. Pois é, são os terapeutas ocupacionais que podem ajudar a organizar a rotina de forma que hábitos saudáveis potencializem e mantenham as capacidades de indivíduos idosos.

Quando já existe uma doença crônica que interfere de forma significativa no desempenho das atividades do idoso, o terapeuta ocupacional também pode ajudar. A partir de uma avaliação centrada no desempenho ocupacional atual e anterior do idoso, bem como na sua rotina e interesses, esse profissional irá usar estratégias que visam tornar a execução da atividade satisfatória para o cliente. 

Quando digo aqui “satisfatória” entenda-se o que é bom para o cliente; a família pode até achar que ele pode fazer mais ou menos, mas o parâmetro do terapeuta está na satisfação de quem realiza(rá) as ocupações.

Como exemplos de intervenções do terapeuta ocupacional do cuidar de idosos temos: – a prescrição de tecnologias assistivas como talheres adaptados, que podem ajudar clientes com Parkinson ou com Artrose na alimentação; – o uso de atividades sensório-motoras, que podem contribuir para manutenção da postura sentada de cadeirantes ou de clientes pós-AVC; – a aplicação de atividades e exercícios cognitivos, que podem ajudar clientes com Alzheimer a manterem seu desempenho em atividades do cotidiano o máximo de tempo possível.

O básico que precisa ser entendido sobre a Terapia Ocupacional no cuidar de idosos é: terapeutas ocupacionais são os profissionais que entendem sobre as ocupações dos idosos. 

7/30/2015

Estudo revela como cachorros sentem sobre os seus donos


Se você chama o seu cachorro de “filho” e não aguenta quando alguém te critica por isso, leia o que temos a dizer abaixo.  Afinal, isso pode servir de defesa na próxima vez que alguém diz que bicho não é filho! Usando uma máquina de ressonância magnética, diversos cientistas tentaram descobrir como os cachorros enxergavam os seus donos.  Para um cachorro, somos somente quem dá a comida, somos pais ou somos outros cachorros?  Ao colocar os cães dentro de máquinas de ressonância magnética e medir seus pensamentos, seria possível ter uma resposta para essa pergunta.
Suado ou limpinho, o seu cheiro é muito gostoso para o seu cachorro
Resultado de imagem para Suado o seu cheiro seu cachorroUma das provas mais concretas que o seu cachorro é loucamente apaixonado por você vem de um estudo feito pela Emory University, nos Estados Unidos.  O estudo usou o olfato do cachorro, considerado o seu sentido mais poderoso e mais importante, para revelar quais coisas traziam mais prazer ao cachorro. A ideia era apresentar o cachorro com diversas cheiros e medir a reação na parte do cérebro relacionado a experiências positivas para cada cheiro apresentado.
Os cheiros apresentados ao cão eram: o cheiro dele mesmo, de uma pessoa conhecida, de uma pessoa desconhecida, de um cachorro conhecido e de um cachorro desconhecido.  A pessoa que apresentava esses cheiros para o cachorro era desconhecida e não tinha interagido previamente com o cachorro ou com os cheiros.
O estudo revelou que o cachorro consegue diferenciar entre o cheiro da pessoa apresentando e do seu dono no seu cérebro e fica feliz ao cheirar o seu dono, mesmo quando ele não está presente.  Interessantemente, ao ser apresentado ao cheiro do seu dono, a região do cérebro do cachorro relacionada a recompensa ascendia.
De todos os cheiros, ele priorizava o cheiro do seu dono acima de qualquer outro objeto. Os cachorros que participaram desse estudo foram todos criados perto de pessoas, porém eram de raças e idades diferentes, revelando que esse comportamento não é específico a uma raça.
Para eles, somos família.  Para nós, a vida deles pode ser mais importante do que a vida de uma outra pessoa
Para medir o amor que sentimos pelos nossos cães, uma outra pesquisa perguntou para as pessoas se elas salvariam um desconhecido da morte ou os seus cachorros.  O resultado revelou que uma grande parte das pessoas salvariam os seus cachorros, por considerá-los membros da família.
Para alguns, eles são filhos, enquanto para outros são considerados irmãos ou melhores amigos.  De qualquer forma, essa pesquisa aponta pelo fato que não enxergamos o cachorro como um animal somente, mas como um de nós.  Tão forte é esse relacionamento que uma pesquisa revelou que donos não mudam a qualidade da ração de seus cães, mesmo em tempos de crise.  Preferimos usar descontos e cupons do que comprar uma ração de pior qualidade.
Alguns estudos apontam que o cachorro age com o dono da mesma forma que uma criança age com os pais
Um outro estudo feito pela Universidade de Viena revelou que os cachorros olham para os seus donos da mesma forma que uma criança olha para os pais. Ou seja, quando eles estão com fome ou medo, por exemplo, olham para os seus donos para resolver esse problema e lhes dar apoio emocional.  O dono age como uma base segura e permite que o cachorro explore novas situações. Às vezes, ter um cachorro que nos trata como seus pais pode nos fazer agir com eles de uma forma similar que pais agem com os seus filhos.  Isso, adicionado ao fato que a maioria dos cachorros tem uma inteligência similar a de uma criança de dois anos, contribui para eles serem tratados como bebês.
Você acha normal tratar o cachorro como filho?  Comente abaixo.
Cães bocejam somente para quem eles amam
Dois estudos, um realizado pela Universidade de Tóquio e outro pelo site Dognition, revelam que o bocejo é contagioso não somente nas pessoas, mas também em seus cães.  Mais interessante ainda, cães bocejam somente quando observam uma pessoa que eles amam bocejar.
Para nós, bocejar contagiosamente está relacionando a habilidade de respondermos às emoções dos outros.  Se você ver alguém bocejar, por exemplo, provavelmente irá bocejar também.  Aliás, até esse texto pode ser o suficiente para te fazer bocejar.
Esse mesmo comportamento em cachorros pode sugerir que eles estão respondendo aos sentimentos de seus donos. Esses dados apontam que os cães estão observando os seus donos mais do que percebemos.  Aliás, estudos anteriores sugerem que o nível de agressividade na caminhada varia de acordo com a energia do dono e que eles latem para transmitir mensagens específicas aos humanos.
Aprenda a fazer o teste de bocejo e veja se o seu cachorro te ama.
Porque os animais bocejam?
Resultado de imagem para cão bocejandoNinguém ainda descobriu o porquê que alguns animais – incluindo os humanos – bocejam e porque esse comportamento é contagioso.  Bocejar é tão natural que até os bebês bocejam na barriga da mãe antes de nascerem.  E ao ver, ou até somente ler, sobre bocejos os humanos são impulsados a bocejar. Algumas teorias do porquê bocejamos são:


  •  Aumenta a oxigenação
  • Regula a temperatura do cérebro
  • Altera a energia do corpo e da mente
  • Previne o sono, isto é, acorda as pessoas
  • Acalma
  • Estimula partes do cérebro relacionadas à compaixão, comunicação e empatia

Como usar o bocejo para acalmar e se relacionar com o cachorro
Em seu livro Sinais Calmantes, a comportamentalista canina Turid Rugaas explica que cachorros bocejam em diversas situações tensas para se acalmarem, como quando têm uma briga na família ou uma visita ao veterinário.
Esse comportamento foi observado em lobos e também em cães e é visto como uma forma de comunicação não-violenta entre esses animais. Sendo assim, ela recomenda que os donos bocejem em algumas situações para acalmar os seus cães, como por exemplo, quando o cachorro está com medo, estressado, preocupado ou com muita energia.
O estudo pela Universidade de Tóquio aponta para outro motivo que os cachorros bocejam: porque alguém que eles amam acabou de bocejar. A pesquisa revela que cachorros bocejam mais frequentemente quando seus donos bocejam, comparado com desconhecidos.  E os dados médicos dos animais indicam que não houve alteração no batimento cardíaco no momento do bocejo, sugerindo que eles não estavam estressados quando bocejaram. Uma pesquisa conduzida por 250 donos com seus cachorros, no site Dognition, apoia o resultado do estudo e 20% dos animais bocejaram depois de verem o seu dono fazer o mesmo.
E o seu cachorro… boceja quando você boceja?  Deixe os seus comentários abaixo.
Cachorro pode deitar na cama?
Com tanta atenção sendo dada a comportamentos que podem deixar o cachorro “dominante”, muitos donos se perguntam se é uma boa ideia deixar o seu pet dormir na sua cama.  Antes de discutir os problemas comportamentais que podem surgir com o cachorro nessas situações, vale lembrar que deixar o cachorro dormir com você pode ter impactos em outras áreas da sua vida, como no seu relacionamento, sono e vida intima.
O cachorro pode deitar na cama? O que os especialistas dizem
Enquanto alguns especialistas dizem que deixar o cachorro na cama é permitir que ele te domine, outros acreditam que a relação de causalidade não é tão clara assim. Para fazer essa análise, algumas características devem ser levadas em consideração como, por exemplo, entender a personalidade do cachorro, isto é, se ele é naturalmente submisso ou têm tendências dominantes.
Se você tem um cachorro submisso em casa e quer aumentar a autoconfiança dele, considere o floral MEDO.  Esse composto induz à coragem, autoconfiança e sensação de capacidade no seu cachorro, ajudando ele lidar com os desafios de seu dia-a-dia.
Cachorro com tendência dominante podem ficar agressivos e possessivos com o sofá e outros membros da “matilha”.
Em caso de cachorros que têm outros comportamentos dominantes, o impacto de deixá-los deitar na cama ou sofá é maior do que a mesma ação para cachorros mais submissos. Sendo assim, as características do cachorro devem ser levadas em consideração na hora de permitir comportamentos que podem deixar o cachorro mais dominante. Pergunte-se:
1.       Como é o comportamento do cachorro? Ele já se vê como dono da casa ou é submisso a você e aos outros moradores?
2.       Ele é naturalmente dominante? Cachorros que são naturalmente dominantes precisam de mais regras e disciplina dado que eles utilizam diversas oportunidades para estabelecer ainda mais o seu status.
3.       Qual é a raça do cachorro? Algumas raças são naturalmente mais calmas e menos dominantes que outras.
Os especialistas discordam sobre várias coisas, mas parece que sobre isso há consenso
A maioria dos especialistas concorda que você tem que estar com o controle da situação. Ou seja, o seu cachorro só pode subir na cama ou sofá se você der permissão a ele. Ao fazer isso, o seu cão naturalmente tenderá a olhar para você como alguém que ele deve pedir permissão antes de subir na cama ou no sofá, e somente subirá quando for autorizado.
Então, se você estiver sentado no sofá assistindo televisão e quiser a companhia do seu cachorro, você pode convidá-lo para deitar com você. Mas é você quem determina quando ele sobe no sofá e também quando ele sai. Se você chegar na sala e o seu cachorro já estiver sentado te esperando no sofá, isso pode gerar problemas futuros dado que ele não sente que precisa da sua permissão para sentar lá.
Quando falamos de dominância, a coisa mais importante a ter em mente é que você determina quando as coisas começam e quando elas terminam. Nesse caso, o seu cachorro olhará para você como um líder e uma referência para saber o que é permitido e o que não é.
Se o seu cachorro não te obedecer nessas horas, além de reforçar o treinamento, considere o floral INDISCIPLINA.  Esse composto é indicado para animais com comportamento social inadequado que querem chamar a atenção dos donos.
O problema de deixar o cachorro deitar na cama e sofá sem você
Para um cachorro, estar em um lugar mais elevado é um sinal de status na matilha.
Cachorros respeitam uma ordem hierárquica muito estrita e levam a sério o papel de cada um na sua matilha. De acordo com alguns adestradores, o cachorro mais dominante da matilha controla os recursos dela e também ocupa um posicionamento de poder.  Sendo assim, é ele que come primeiro, decide aonde vai dormir, quais as horas de brincar, etc.  Alguns especialistas ressaltam que em uma casa com vários cães um cachorro pode ser dominante para comer, por exemplo, e outro para deitar na cama.
Em termos de escolher aonde dormir, ele normalmente prioriza lugares mais altos, que permitem que ele fique fisicamente mais elevado do que os outros cachorros da matilha e também que ele consiga ver tudo que está acontecendo com os outros membros do grupo.
Sendo assim, se o seu cachorro deitar em um local mais alto que você, isso significa para ele que o status dele na matilha é maior. Quando vocês dois deitam na cama, ou seja, estão igualmente elevados, isso significa que os dois tem o mesmo status. Isso pode apresentar um problema para cachorros mais dominantes que podem decidir não te obedecer em um momento futuro dado que “você não manda nele”, mas é sim igual a ele.
Por que o seu cachorro pode deitar no sofá, mas não na cama
Resultado de imagem para cão no sofáMesmo quando os dois estão na cama e com o mesmo status, o seu cachorro ainda pode querer estabelecer o seu status com relação a você. Por isso, a forma como você se coloca e se comporta com o seu cão nesse momento é importante para estabelecer o seu espaço dentro do grupo.
É comum que uma vez deitado na cama, dado que o cão consegue se posicionar, no mínimo como um igual dentro do grupo na hora de escolher o lugar de dormir, é possível que ele tente outras coisas nesse mesmo sentido, como te empurrar mais para fora da cama ou ocupar o seu lugar. O seu cão ainda pode tentar se apoiar ou até deitar em cima de você. Isso, em linguagem canina, também pode significar que ele está tentando estabelecer dominância. Se você sair do caminho dele ou ir para o lado, cedendo o seu espaço, você está dando um claro sinal de que quem dita as regras ali é seu cão.
Logo, quando você estiver deitado com o seu cachorro, é importante que nos momentos em que você virar ou se mexer, que você faça com que ele saia do seu caminho. Ou seja, se ele deitar em cima de você, não saia do caminho, mas sim se coloque de uma forma que ele que saia do seu espaço. Acontece que isso é mais fácil de fazer quando você está acordado, deitado no sofá e assistindo televisão. Mas o problema é quando você está dormindo e sem querer permite que o cachorro te empurre ou saia do caminho dele.
Como não é uma tarefa simples se portar e passar a mensagem correta quando estiver dormindo, o mais garantido é não deixar o seu cachorro deitar no sofá e, principalmente, na cama. Caso você queira ficar com ele e preservar o sofá para as pessoas da casa, você pode se sentar no chão e passar uma mensagem mais precisa para o seu cão.
Nossos cachorros sonham sobre o quê?
Estudos apontam que, assim como os humanos, os cachorros sonham quando estão dormindo. Os cães possuem uma estrutura no cérebro que faz com que eles passem por dois estágios do sono, conhecidos como REM e não REM, sendo o REM o estágio em que os sonhos acontecem. Dessa forma, os sonhos caninos costumam ser relacionados, assim como os nossos, com fatos que aconteceram ao longo do dia.
Segundos estudos do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, esse tipo de sonho não é exclusivo de humanos e já foi percebido até em ratos, revelando que os animais com maior inteligência possuem uma estrutura cerebral análoga e sonham em ordem, para processar as informações e assimilar as lembranças.
Com um eletroencefalograma, pesquisadores analisaram a atividade cerebral de um cão durante o sono, e as ondas cerebrais encontradas seguiram os padrões das dos humanos quando estão em estágio profundo de sono, que dura cerca de 4 horas e que nos fazem se mexer, se contrair ou até falar, sempre com movimentos rápidos.
Teorias apontam que os cães têm sonhos parecidos com os nossos
Apesar da grande quantidade de pesquisas sobre os sonhos dos cães, ainda é um pouco impreciso dizer, com certeza, sobre o que eles sonham, mas a observação desses animais durante o sono profundo demonstra reações de atividades relacionadas com o dia a dia deles; as patas contraídas podem significar as brincadeiras com o dono ou outros cães e os latidos e gemidos podem ser reflexos da lembrança de alguém diferente que se aproximou da casa, por exemplo. Algumas pesquisas apoiam essa teoria.
Testes feitos com ratos mostram as atividades realizadas pelo cérebro durante o sono desses animais. Durante o dia, os ratos correram em labirintos e tiveram seus cérebros monitorados por toda a atividade. Ao dormir, com os cérebros ainda monitorados, foi percebido o mesmo grau de atividade cerebral de quando eles estavam acordados, o que mostra que eles reencenaram suas vidas conscientes enquanto sonhavam. Os cachorros possuem um grau de atividade cerebral maior que o dos ratos, e se os ratos conseguem fazer tal feito durante o sono, é possível que os cães também possam fazer isso e ir, até, além.
No sono profundo, nunca acorde o cão
Resultado de imagem para cão dormindoAcordar o cão por achar que ele está chorando muito, se mexendo demais ou até mesmo tendo um pesadelo pode causar um susto no animal, além de acordá-lo definitivamente, naquela noite, atrapalhando seu sono de descanso.  Na maioria dos casos, um cachorro filhote precisa dormir cerca de 16 horas por dia; já um adulto, entre 9 e 11 horas.

Na necessidade de acordá-lo, ajoelhe-se ao lado do animal e fale com uma voz bem baixa, deixando que ele volte à consciência aos poucos, sem sustos.  Em alguns casos, animais que se assustam ao acordarem podem morder o dono.  Por esse motivo, é recomendado não se aproximar de cachorros que estão dormindo. Se você perceber que os sonhos estressantes são constantes, procure um veterinário, que saberá qual tratamento é mais indicado para o seu animal.
Frases
  • "O único amigo desinteressado que um homem pode ter neste mundo egoísta, aquele que nunca o abandona, o único que nunca mostra ingratidão ou traição, é o seu cachorro." (George Graham Vest)
  • "Não importa que sejam poucas as suas posses e o seu dinheiro. Ter um cão torna-o rico." (Louis Sabin)
  • “Um cão é a única coisa na terra que o ama mais do que ama a si mesmo. ” (Josh Billings)
  • “O melhor amigo do homem é outro cachorro. ” (Luis Felipe Algell de Lama)
  • “O uísque é o melhor amigo do homem, ele é o cachorro engarrafado. ” (Vinícius de Moraes)
  • “Quem me ama, ama também meu cão. ” (São Bernardo)
  • “Os cães são o nosso elo com o paraíso. Eles não conhecem a maldade, a inveja ou o descontentamento. Sentar-se com um cão ao pé de uma colina numa linda tarde, é voltar ao Éden onde ficar sem fazer nada não era tédio, era paz. ” (Milan Kundera)
  • "Você pode dizer qualquer coisa idiota a um cão, que ele vai olhar para ti e dizer: ‘Meu Deus, você está certo! Eu nunca teria pensado nisso! ’” (Dave Barry)
  • "Errar é humano - Perdoar, canino"
  •  “Cães amam seus amigos e mordem seus inimigos, bem diferente das pessoas, que são incapazes de sentir amor puro e têm sempre que misturar amor e ódio em suas relações. ” (Sigmund Freud)
  •  “Ninguém pode se queixar da falta de um amigo, podendo ter um cão. ” (Marquês de Maricá)
  •  “O cachorro de estimação suspeita que o Universo inteiro planeja tomar seu lugar. ” (Rabindranath Tagore)
  • "Cães não são nossa vida inteira, mas eles fazem nossas vidas inteiras." (Roger Caras)
  • “A razão de eu amar tanto o meu cachorro é porque quando chego em casa ele é o único no mundo que me trata como seu fosse ‘Os Beatles’. ” (Bill Maher)
  • "Não há nenhum psiquiatra no mundo como um cachorro lambendo seu rosto." (Bern Williams)
  • "A vida dos cães é muito curta. Sua única falha, realmente." (Agnes Sligh Turnbull)
  • “Os cachorros só ladram a quem não conhecem. ” (Heráclito)
  • “O cão é um cavalheiro, eu espero ir para o céu deles, não para o dos homens. ” (Mark Twain)
  • "O grande prazer de um cão é você ser um idiota com ele, que, por sua vez, não só não se zangará, como irá se fazer de idiota também." (Samuel Butler)
  • "Bendita é a pessoa que ganhou o amor de um cachorro velho." (Sidney Seward Jeanne)
  • "Cães têm uma forma de encontrar as pessoas que deles necessitam, preenchendo um vazio que nem sequer elas sabem que tem." (Thom Jones)
  • "A história tem muito mais exemplos de fidelidade dos cães do que dos amigos." (Alexandre Pope)
  • "Se fosse possível escrever a história de todos os cães que amaram e foram amados pela raça humana, cada história de um cão se pareceria com todas as outras histórias. Seria uma história de amor." (James Douglas)
  • "Se um cão não vier até você após ter olhado em seu rosto, você deverá ir para casa e examinar sua consciência." (Woodrow Wilson)
  • “Cães não precisam de carros luxuosos, casas grandes ou de roupas chiques. Água e alimento já são o suficiente. Um cachorro não liga se você é rico ou pobre. Esperto ou não. Inteligente ou não. Entregue o seu coração e ele dará o dele. De quantas pessoas podemos dizer o mesmo? Quantas pessoas fazem você se sentir raro, puro e especial? Quantas pessoas nos fazem sentir extraordinários? ” (John Grogan)
  • "Não cometa o erro de tratar seus cachorros como humanos, ou eles lhe tratarão como cachorros." (Martha Scott)
  • "Todo o conhecimento, a totalidade de todas as perguntas e de todas as respostas está contida no cão." (Franz Kafka)
  • "Um cão abana a cauda com o coração." (Martin Buxbaum)
  • "Os cães são melhores que os seres humanos porque eles sabem, mas não contam." (Emily Dickinson)

7/26/2015

TERAPIA ASISTIDA CON ANIMALES (TAA)

La terapia asistida con animales es una intervención directa y con objetivos prediseñados, donde participa un animal que reúne criterios específicos, como parte indispensable para el tratamiento. Ha sido ideada para propiciar beneficios físicos, sociales, emocionales y cognitivos en una gran variedad de entornos, de manera individual o en grupo, valiéndose para ello de diferentes animales. Todo el proceso ha de haber sido previamente diseñado y posteriormente evaluado. 

Se han definido 2 tipos de terapia: en la más básica se trata simplemente de disfrutar de la compañía de un animal doméstico, que además puede aportar provechos, tanto físicos como psíquicos; en la otra constituyen auténticos esquemas de rehabilitación con la ayuda de animales, no necesariamente domésticos, coordinados por un médico y un equipo multidisciplinario, así como habitualmente reforzados con indicaciones terapéuticas especiales para personas con problemas psicomotores.

Actualmente han surgido muy diversas actividades, que partiendo de intervenciones ocasionales, se han convertido en procedimientos soportados y sustentados por investigaciones científicas hasta obtener un reconocimiento válido por sus resultados, de modo que al compararlos con las técnicas y procedimientos tradicionales resultan más rápidos, eficaces y aceptados. Dichas acciones se denominan terapias alternativas para la rehabilitación y devienen una importante fuente de recursos para el terapeuta ocupacional. 

Discapacidad

Según la Organización Mundial de la Salud, es toda reducción total o parcial de la capacidad para realizar una actividad compleja o integrada, representada en tareas, aptitudes y conductas. Hoy en día no se considera la palabra discapacidad como sinónimo de minusvalía, pues la segunda es un término que limita al paciente y tiene una connotación más bien de tipo sociocultural.

Rehabilitación

Se concibe como un proceso dinámico y parte de un sistema integrado por un equipo profesional que aúna esfuerzos alrededor de una meta y una persona con limitaciones, con vista a desempeñar una función activa dentro del proceso, que involucra, además, factores externos, económicos, sociales y culturales.

La rehabilitación persigue mejorar las capacidades físicas e intelectuales de estas personas, sobre la base de los adelantos científicos, el respeto, la dignidad humana y el derecho que les asiste de tener una mejor calidad de vida, participar en el desarrollo social y disfrutar de igualdad de oportunidades.

Antecedentes de la terapia asistida con animales

Históricamente, los animales han formado parte de programas terapéuticos destinados a ayudar a las personas.

En el siglo XVII se iniciaron en Europa ciertos proyectos (no como se conciben ahora) en los que el caballo era un compañero más en el tratamiento y rehabilitación de personas con alto grado de discapacidad física; luego esos intentos se extendieron a Estados Unidos de Norteamérica y actualmente hay más de 500 programas de equitación terapéutica con esa humana finalidad. 

En Inglaterra, en el Retreat de York (fundado en 1792) se emplearon animales como terapia; y en la bibliografía médica del siglo XIX ya se registran referencias sobre la bondad de montar a caballo para tratar la gota, los trastornos neurológicos y la baja autoestima. Posteriormente (1897), los animales intervinieron en el tratamiento de personas con epilepsia, en Bethel, Bielfield y Alemania.

La primera documentación sobre terapia asistida con animales de compañía, bien utilizada, fue la concerniente a la rehabilitación de aviadores del Army Air Convalescent Center, en Pawling, Nueva York (1944-1945), donde los animales se usaron para distraer a los militares que recibían intensos programas terapéuticos.

En 1966, el músico invidente Erling Stördahl fundó en Noruega el Centro Beitostölen para tratar a personas ciegas y con discapacidad física; institución donde los perros y caballos intervinieron para animar a los pacientes a ejercitarse. Fue en 1953 cuando Jingles, el can del psiquiatra Boris M. Levinson, le mostró involuntariamente a su dueño el potencial que tenía como coterapeuta y quizás desde entonces comenzó a aplicarse de manera rigurosa y científica la terapia asistida con animales. 

Más tarde, Samuel y Elizabeth Corson, estimulados por el trabajo del mencionado galeno, decidieron evaluar la viabilidad de ese mecanismo terapéutico en un entorno hospitalario y obtuvieron excelentes resultados. También sobresale la experiencia de David Lee, un asistente social del hospital estatal de Lima, Ohio, donde se internaba a personas con enfermedades mentales peligrosas, pues allí los animales actuaron como catalizadores de interacciones sociales entre el personal asistencial y los pacientes y entre los mismos dementes entre sí.

Con respecto al perro guía como lazarillo de personas invidentes, su uso se remonta a la antigüedad: en China aparece reflejado en la pintura “Primavera en amarillo” (1250 a.C.) y en Pompeya en una imagen similar (70 a.n.e.), de modo que ya había sido considerada una estupenda idea desde lejanos tiempos.

En 1730, el señor Reisenger tuvo a bien narrar cómo entrenó a un perro para que ayudase a personas ciegas a localizar objetos, buscar entradas y encontrar puertas, entre otras habilidades.

Aunque las referencias al respecto no son muy numerosas, sí ha podido conocerse su evolución histórica 3 y clasificarlas como sigue:

Terapias asistidas por animales (TAA)
  • Hipoterapia
  • Delfinoterapia
  • Perros de servicio: asistencia y guía
  • Actividades asistidas por animales de compañía (AAAC)

Hipoterapia

Se sabe que el caballo tiene el más puro instinto de fuerza y nobleza en su contacto con los seres humanos, y esto, añadido a su gran tamaño, ayuda a mejorar las relaciones interpersonales y la autoimagen.

La hipoterapia ha sido definida por el National Center for Equine Facilitated Therapy (NCEFT) de EE.UU. como una forma especializada de terapia física que utiliza equinos para tratar a personas con trastornos del movimiento, asociados a varias afecciones neurológicas y neuromusculares, tales como parálisis cerebral, accidentes vasculares, esclerosis múltiple y traumatismos cerebrales, con vista a normalizar el tono muscular, reforzar la musculatura postural e incrementar la habilidad para llevar a cabo actividades funcionales cotidianas. 

Debido a la incondicional entrega del caballo, la experiencia se convierte en un gran factor motivacional para el paciente, de manera que niños autistas y con síndrome de Down también se benefician con este proceder. Esta modalidad se creó en Europa después de la II Guerra Mundial, al reconocerse como un tratamiento altamente exitoso luego de 2 epidemias de poliomielitis.

La acción de montar a caballo produce magníficos resultados en la rehabilitación de músculos, recuperación o mejoramiento del equilibrio y elevación de la autoestima en víctimas de accidentes graves (mutilaciones), parálisis cerebral y otras discapacidades. 

La armonía del paso del caballo, así como la utilización de la mayoría de los músculos del cuerpo humano al cabalgar, resultan un gran ejercicio para fortalecer aquellas áreas que requieran mayor atención, como pueden ser la hipotonía clásica en los niños con síndrome de Down, la falta de equilibrio por la parálisis cerebral u otras lesiones cerebrales menores, así como el relajamiento de los miembros inferiores en personas que se mueven en sillas de ruedas.

La autoestima y seguridad en sí mismo(a) se incrementan a medida que va venciéndose el miedo y ello mejora la integración social de las personas con discapacidad, al compartir la actividad con niños y adolescentes que no la presentan. Los caballos son animales muy nobles y dignos, que no se humillan para demandar afecto: hay que saber ganarse su aprecio y confianza. Su enorme tamaño y poder, así como su inteligencia, les hace especialmente idóneos para tratar a sociópatas.

Principios terapéuticos de la hipoterapia

1. Transmisión del calor corporal: El calor que transmite el caballo es aproximadamente de 38 0C, por lo cual se utiliza para distender y relajar la musculatura y los ligamentos, estimular la sensopercepción táctil y aumentar el flujo sanguíneo hacia el sistema circulatorio, de manera que beneficia la función fisiológica de los órganos internos y de ahí su gran valor psicoterapéutico, sobre todo en pacientes con disfunciones psicoafectivas y necesitados de estimulación temprana.

2. Transmisión de impulsos rítmicos: El caballo transmite impulsos rítmicos al cinturón pélvico, la columna y los miembros inferiores del jinete, por lo que estimulan la motricidad del ser humano, regulan el tono muscular y desarrollan el movimiento coordinado. Su valor psicoterapéutico reside en que provocan una gama de vivencias psicosensoriales que se aprovechan en el área psicológica. La sensación de impulso hacia delante y de avance restablece la confianza en el propio yo y propicia que el paciente experimente nuevas reacciones psicológicas en relación consigo mismo y el entorno.

3. Transmisión de un patrón de locomoción tridimensional equivalente al patrón fisiológico de la marcha humana: Adquiere gran importancia en el tratamiento de disfunciones neuromotrices como la parálisis cerebral. El cerebro humano no solo registra movimientos aislados, sino una considerable variedad de patrones motores; el esquema fisiológico de la marcha humana que el paciente realiza durante la monta, se graba en el cerebro y con el tiempo se automatiza, lo cual posibilita su transferencia a la marcha pedestre. Su valor terapéutico reviste gran importancia en las áreas psicoafectiva y pedagógica, porque desarrolla cualidades sociointegrativas como comunicación análoga (no verbal), tolerancia, paciencia y sentido de responsabilidad, a la vez que promueve cada vez más la integración de la equinoterapia con acciones educativas, especialmente de la educación especial. 

Beneficios generales
  • Estabiliza el tronco y la cabeza.
  • Corrige problemas de conducta (agresividad, aislamiento...)
  • Disminuye la ansiedad y los temores personales.
  • Fomenta la confianza y la concentración.
  • Mejora la autoestima, el autocontrol de las emociones y la autoconfianza.
  • Estimula la capacidad de atención y el equilibrio, la coordinación psicomotriz.
  • Incrementa la interacción social y la amistad.
  • Aumenta la capacidad de adaptación.
  • Trabaja la memoria.
  • Enriquece el vocabulario.
  • Fortalece la musculatura.
  • Ayuda a relacionarse con personas que no pertenecen al entorno familiar o escolar.
  • Desarrolla el respeto y amor hacia los animales.

Delfinoterapia

Se reconoce a los delfines como maestros terapeutas, no solo por su conducta hacia nosotros en medios saludables para ellos, sino porque emiten sonidos que equilibran la homeostasis de nuestro ser. Aprendemos su sentido lúdico de la vida, a compartir juegos y a relajarnos mutuamente, ya que son animales nerviosos y juguetones, y según investigaciones, muy buenos terapeutas, tanto para niños con discapacidades y ancianos, como para todas las personas que gustan jugar e interaccionar un rato con ellos, por supuesto en su medio.

Los delfines emiten sonidos curativos y son sanadores holísticos; en términos generales, esta modalidad es un procedimiento terapéutico basado en un trabajo dirigido al paciente, dentro y fuera del agua, quien se relaciona con las extraordinarias características de tolerancia y apertura de los delfines. Niños y adultos logran incrementar su nivel atencional como resultado del deseo de interactuar con estos cetáceos. El propósito general de una delfinoterapia es motivacional, aunque se pueden lograr otros objetivos relacionados con el lenguaje, la motricidad y el pensamiento conceptual. 7

Asimismo, las primeras investigaciones donde se utilizaron delfines con niños discapacitados, se realizaron en Estados Unidos de Norteamérica hacia 1978 y desde entonces han venido descubriéndose las importantes bondades terapéuticas del contacto con estos animales. Los pioneros de lo que ya se conoce como delfinoterapia, fueron Horace Dobbs, de Escocia y el Dr. David Nathanson, de Florida. En España, los que iniciaron el tratamiento de pacientes con síndrome de Down, depresiones y autismo eran miembros de la Fundación Delfín Mediterráneo, cuyos trabajos en el delfinario de la Costa Brava de Girona mostraron resultados realmente espectaculares.

Una terapia novedosa que se abre paso en la terapéutica del autismo, el retardo psicomotor y la parálisis cerebral es la combinación de la biosónica y la terapia sacrocraneal que utilizan las emisiones acústicas de los delfines en favor del desbloqueo y reequilibrio para determinados casos en que otros tratamientos más convencionales, resultan inapropiados. La piel como soporte de los receptores de las terminaciones nerviosas recibe las ondas emitidas por los delfines y por los canales transmisores llegan al oído, al cerebro y realizan una estimulación selectiva, pues dentro de las emisiones acústicas de los delfines hay tantos sonidos audibles por el ser humano como infrasonidos.

Podrían definirse estas terapias como dirigidas a despertar determinadas zonas del cerebro y a reequilibrar los hemisferios cerebrales. Esto ha sido comprobado en electroencefalogramas y otras mediciones asistidas por computadoras.

Otros logros de la delfinotetrapia

El sistema de localización sonora de los delfines puede explicar los cambios celulares y tisulares y la influencia en las neuronas por vía de la resonancia, cavitación o sonoforesis.

Luego del contacto con los delfines se ha observado una mejor sincronicidad entre los hemisferios cerebrales, además de mayor grado de ondas cerebrales lentas en el espectro de alfa y theta; situación que activa el sistema inmunitario y autorregula los procesos corporales.

Desde el punto de vista psicológico, ellos transmiten sus sonidos de ondas alfa a través de su ecolocalización, es decir, mediante el recurso con que la naturaleza les ha provisto para capturar presas y reconocer su entorno. De ese sonar salen sonidos que influyen directamente en el sistema nervioso: primero nos escanean para ver cómo estamos, de una manera holística, es decir, en nuestras 3 dimensiones: corporal, mental y en nuestro sistema de valores; entonces, si el momento es adecuado, comenzarán a emitir ondas capaces de equilibrarnos y hacernos sentir muy bien, muy a gusto.

Los perros de servicio

En los años 50 se utilizaban perros de asistencia y más tarde se empezaron a entrenar algunos para alertar a personas con discapacidades auditivas acerca de sonidos como llantos de niños o gritos, golpes en la puerta, timbre del teléfono o reloj, alarmas de fuego y humo, hornos microondas, entrada de intrusos o alguien llamándoles por su nombre. Actualmente estas aplicaciones se han diversificado aún más, tanto, que existen animales de asistencia capaces de avisar sobre crisis epilépticas o cambios peligrosos en los niveles de glucosa en sangre y otros son entrenados para que ayuden a personas con más de una discapacidad.

Hacia 1970 se ampliaron estas funciones y se comenzó el adiestramiento de animales para que apoyaran a individuos con dificultades en la movilidad. 1 Las personas que tienen un perro de servicio, generalmente presentan condiciones como lesiones en la médula, esclerosis múltiple, distrofia muscular, parálisis cerebral, síndrome pospoliomielitis y daños cerebrales adquiridos.

Los perros de servicio se emplean para conseguir 3 funciones principales: mejorar la movilidad de la persona, alcanzar objetos y facilitar la socialización e independencia. Se les enseñan, además, otras tareas como empujar sillas de ruedas, abrir puertas, prender y apagar luces, alcanzar el teléfono y recoger varios objetos. Pueden servir de apoyo, con equilibrio durante el movimiento, a las personas ambulantes con disfunción en la movilidad, mientras estas se levantan, por lo cual reducen la cantidad de tiempo y esfuerzo físico empleado por la persona o un cuidador y permiten un uso más eficiente de los recursos. 

Estos perros no pueden distraerse ante ninguna situación y han de estar capacitados para desenvolverse cómodamente en cualquier lugar donde se encuentren personas u otros animales, sin presentar signos de agresividad. Entre las razas de perros seleccionadas como guías predominan el labrador, el golden retriever y el pastor alemán; como perros de asistencia para personas con otras discapacidades: el labrador retriever y el golden retriever; y como perros para terapia, cualquier raza que cumpla las condiciones estipuladas.

Desde el punto de vista psicológico, los perros adoptan una actitud afectiva y de gran apego hacia el ser humano, sin hacer juicios de valor, además de que pueden ser excelentes guías. Son lúdicos, afectivos, juguetones y están a nuestro lado fielmente durante toda su vida. Acariciar a un perro regula los valores de tensión arterial, frecuencia de respiración y latidos cardíacos, fomenta la amistad entre los dueños y la responsabilidad de su cuidado en los niños. Cuando se introducen perros en residencias de ancianos, estos reciben menos visitas del médico, pero más de sus familiares.

Gatos

Los autores de múltiples investigaciones afirman que tener un gato es beneficioso para la salud. El amigable contacto con el felino reduce el estrés en sus dueños, quienes se distienden y tranquilizan. Se ha verificado también que individuos con afecciones psicológicas mejoran al tener la compañía de este animal, al igual que se ha observado en estadounidenses con cardiopatías. 

Desde el punto de vista psicológico, el gato nos enseña a estar relajados con conciencia, pues aunque él puede estar dormido, al mismo tiempo se entera de todo lo que ocurre a su alrededor; no hay gato estresado. Su ronroneo fomenta las emociones positivas y sus pequeñas señales de afecto son muy bien recibidas por sus dueños. Es recomendado especialmente para personas que viven sin compañía o se sienten muy solas y no pueden dedicar mucho tiempo al cuidado de su mascota. 

Generalidades

Son numerosos los beneficios que se obtienen con estas terapias, entre los cuales sobresalen: instrumentales, fisiológicos, psicológicos y sociales.

Instrumentales

Para las personas sordas es vital ser alertadas sobre sonidos como alarmas y llantos de niños. Según Hernández, 10 en los estudios realizados por Mowry et al (1994), más de tres cuartas partes de los participantes afirmaban que sus perros se desempeñaban adecuadamente al avisarles sobre diferentes sonidos importantes. Acerca de esto último, las personas sordas que poseen un perro acompañante, son más conscientes de ello desde que cuentan con la ayuda de este útil animal y más que aquellas que no tienen un can a su lado.

A partir de investigaciones efectuadas al efecto, puede asegurarse que dichos perros acompañan a sus usuarios a comprar, limpiar, vestirse o desvestirse, en el mantenimiento de la casa, en tareas relacionadas con transacciones bancarias, al ausentarse del hogar y emplear recursos comunitarios. En un estudio consultado se comunica que solo 33,3 % de los participantes se sentían cómodos al viajar lejos de su domicilio antes de tener un perro para sordos; pero después de poseerlo, el porcentaje aumentó a 85,7, lo cual pudiera estar relacionado con un incremento de la sensación de seguridad en el medio.

Fisiológicos

Los animales pueden prestar a las personas con discapacidades un servicio primordial, ayudarles a ser más independientes y a desprenderse un poco de la compañía de otras personas que limitan su libertad. 10

Psicológicos

Para las personas con sordera, paraplejía, tetraplejía o esclerosis, un perro de asistencia constituye un apoyo psicológico valioso, puesto que ofrece cariño, juego, compañía y realiza tareas como descolgar un teléfono, además de favorecer la relación de sus dueños con otros seres humanos.

Algunos estudios evidencian que los poseedores de un perro de asistencia tienen más control sobre sus vidas, mayor independencia y autoestima, mejor participación en las actividades, son más hábiles para controlar el estrés, aumentan su confianza, se relajan, se preocupan menos por su salud, aceptan su discapacidad y se sienten menos deprimidos, irritables y solos, lo cual quizás se deba a que el animal facilita las interacciones con el prójimo, además de la compañía del can en sí. 11

Sociales

La presencia de perros de asistencia favorece la eliminación de barreras sociales, mejora la forma en la que la gente es percibida socialmente y facilita las conversaciones.

Adicionalmente se admite que el aumento en las exposiciones e interacciones entre padres discapacitados y no discapacitados puede influir en cambios positivos de actitud en sus hijos sin dificultades corporales. Un mayor conocimiento de las discapacidades puede, por sí mismo, propiciar interacciones más cercanas entre niños con discapacidades y sin ellas.

Se ha visto que el número y la calidad de las interacciones sociales se incrementan cuando se posee un animal de servicio, así como también el sentido de pertenencia; fenómeno que se presenta tanto en personas en sillas de ruedas como en sordos. En este último grupo, la vida social se ha vuelto menos problemática y se experimenta mayor aceptación social, con cambios positivos en las interacciones con la comunidad oyente.

En cuanto a los aspectos laborales se asevera que según las reglamentaciones existentes para personas discapacitadas, se incluyen adaptaciones que les permiten realizar adecuadamente las labores relacionadas con su trabajo. Un animal de asistencia puede, en algunos casos, reducir dichas adaptaciones requeridas por el empleado, pues ayuda al individuo a salvar las barreras preexistentes en el medio. Cuando a una persona no se le provee de comodidad y facilidades necesarias, se le está discriminando, lo que puede dar paso a una demanda de tipo penal.

Participación del terapeuta ocupacional

La TAA es una herramienta de trabajo para los terapeutas ocupacionales en el tratamiento de ancianos con trastornos del estado de ánimo y otros problemas psiquiátricos, así como también en niños y otras personas con discapacidades físicas y psíquicas o ambas, con enfermedades neurológicas, neurodegenerativas y cardiovasculares. 

En el presente ya son numerosas las fundaciones, asociaciones, empresas y profesionales de la salud de todo el mundo que se dedican a la investigación y aplicación de programas de TAA, para lo cual es importante la función del terapeuta ocupacional, desde el diseño de dichos programas, en estrecha colaboración con el resto de los profesionales, hasta la aplicación de las sesiones. 

Es el encargado de seleccionar, graduar y adaptar a cada grupo y persona con la que se interviene, así como también de todas las actividades que sobre las distintas áreas de intervención se proponen, antes y durante esta; es el que "moldea" la forma y el contenido de la sesiones para que cada participante obtenga el máximo de beneficio, teniendo en cuenta siempre la participación activa del animal de asistencia y, por supuesto, las demandas terapéuticas de cada participante y el tipo de programa a desarrollar. Cualquier terapeuta ocupacional, si se le permite desde su práctica profesional, puede utilizar animales como una terapéutica más.

La participación de animales, adecuadamente dirigida, aporta al tratamiento motivación, implicación e iniciativa, así como también atención, concentración y estimulación.
  • Motivación: Es un elemento novedoso, divertido, dinamizador.
  • Implicación e iniciativa: Los pacientes tienden a implicarse más en las actividades que se llevan a cabo con el animal, ya que las hacen con agrado y desean interactuar con él e incluso realizan movimientos, expresiones y actividades por propia iniciativa o responden de forma espontánea a los reclamos de este.
  • Atención, concentración y estimulación: La presencia de un animal generalmente centra y mantiene toda la atención de los pacientes, lo que se puede aprovechar para lograr mejor rendimiento en el trabajo sobre la propia atención u otras áreas, y lo mismo ocurre con la concentración. 
El animal supone una inagotable fuente de estimulación multisensorial en su interacción con los seres humanos (su movimiento, su contacto físico, los ruidos que hacen, entre otros). A partir de estos aportes es más rápido y sencillo conseguir los objetivos terapéuticos hasta con pacientes muy resistentes a otro tipo de intervención, lo cual permitiría ahondar más en esta.

Basta con seleccionar un animal apropiado, prepararlo para esta función y contar con los conocimientos necesarios para que su ayuda sea lo más positiva y provechosa posible para cada persona que lo requiera. Las sesiones se establecen de tal forma que se pueda extraer de ellas algo positivo, ya sea la relajación del paciente, el hecho de que este hable, demuestre su cariño y sus debilidades, se haga más fuerte y olvide sus problemas de salud, entre otros aspectos.

CONCLUSIONES

El uso de diversos animales con fines terapéuticos en distintos tipos de instituciones reporta beneficios físicos, psicológicos y sociales en su interacción con los seres humanos, que permite mantener o mejorar la calidad de vida de las personas; sin embargo, resultan insuficientes las referencias bibliográficas sobre el tema en el país y se requiere sistematizar el empleo de estas técnicas como fuente de recurso del terapeuta ocupacional en el proceso de rehabilitación.

De hecho, está en manos de cada profesional conseguir un positivo resultado terapéutico con la colaboración de animales en un tratamiento, pues estos ponen toda su naturaleza y corazón a disposición de quienes lo necesiten y son especiales con las personas que también lo son con ellos.