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8/31/2011

Letra B


Barbitúricos
Um grupo de depressores do sistema nervoso central quimicamente derivados do ácido barbitúrico, por exemplo, o amobarbital, o pentobarbital e o secobarbital. o empregados como antiepilépticos, anestésicos, sedativos, hipnóticos e – menos comumente – como ansiolíticos. O uso agudo e crônico induz efeitos similares aos do álcool.
Os barbitúricos m uma pequena margem de segurança entre as dosagens terapêutica e tóxica e com freqüência o letais em superdose. Devido à sua maior margem de segurança, os benzodiazepínicos m substituído amplamente os barbitúricos como sedativos/ hipnóticos ou ansiolíticos. A tolerância aos barbitúricos se desenvolve rapidamente e o risco de uso prejudicial ou de dependência é alto. Os pacientes que usam estas drogas por períodos prolongados podem tornar-se dependentes, mesmo quando a dose prescrita o é ultrapassada.
Os barbitúricos estão associados com a totalidade dos trans-tornos mentais e comportamentais decorrentes do uso de substâncias da categoria F13 da CID-10. A sintomatologia específica inclui o seguinte: intoxicação por barbitúricos, síndrome de abstinência e demência (também denominada transtorno psicótico residual induzido por barbitúricos).

Bebida alcoólica
Líquido que contém álcool (etanol) e é destinado a ser bebido. Quase todas as bebidas alcoólicas o preparadas por fermentação, que pode ser seguida no caso dos destilados por destilação. A cerveja é produzida através da fermentação de cereais (cevada maltada, arroz, milho, etc.) freqüentemente com a adição de lúpulo. Os vinhos o produzidos através da fermentação de frutas, particular-mente de uvas.
O Xerez, o vinho do Porto e outros vinhos fortificados o vinhos aos quais se adicionam certos destilados, habitualmente para obter-se um conteúdo de etanol de cerca de 20%.Outros produtos de fermentação tradicionais o o hidromel (a partir de mel), cidra (de maçã ou outras frutas), saquê (de arroz), pulque (do cacto agave) e chicha (de milho).
Os destilados variam quanto à matéria prima (cereal ou fruta) da qual o derivados: por exemplo, a vodca é feita a partir de cereais ou de batatas; o uísque, de centeio ou milho; o rum, de cana de açúcar; e o conhaque, de uvas ou outras frutas.
O álcool também pode ser sintetizado quimicamente (do petróleo, por exemplo), mas raramente tem-se usado isso para produzir bebidas alcoólicas.
Inúmeros congêneres constituintes das bebidas alcoólicas que o o etanol e a água – já estão identificados, mas o etanol é o principal ingrediente psicoativo em todas as bebidas alcoólicas comuns.
As bebidas alcoólicas m sido usadas desde a pré-história na maioria das sociedades tradicionais, exceto na Australásia, na América do Norte (logo ao norte da atual fronteira entre os EUA e o México) e na Oceania. Muitas bebidas fermentadas tradicionais tinham um conteúdo de álcool relativamente baixo e só podiam ser armazenadas por poucos dias.
A maioria dos governos procura criar alvarás ou impostos especiais ou mesmo controlar completamente a produção e a venda de álcool, embora possa permitir a produção caseira de diversos tipos de bebidas alcoólicas. Em vários países, certas bebidas alcoólicas (principalmente destiladas) o produzidas ilicitamente, e podem se contaminar com substâncias tóxicas (chumbo, por exemplo) no processo de produção.

Benzodiazepínicos
Um grupo de drogas estruturalmente relacionadas, usadas primordialmente como sedativos/hipnóticos, relaxantes musculares e antiepilépticos, e outrora denominados de “tranqüilizantes menores”. Acredita-se que estes agentes produzam efeitos terapêuticos ao potencializar a ação do ácido gama-aminobutírico (GABA), um importante neurotransmissor inibidor.
Os benzodiazepínicos foram introduzidos para substituir os barbitúricos, como uma alternativa mais segura. Eles o suprimem o sono REM na mesma medida que os barbitúricos, mas tem um potencial significativo para induzir dependência e uso indevido.
Os benzodiazepínicos de ação curta incluem o halazepam e o triazolam, ambos com início de ação rápida; o alprazolam, o flunitrazepam, o nitrazepam, o lorazepam e o temazepam com início intermediário; e o oxazepam com início lento. Têm-se relatado amnésia anterógrada profunda (apagamento) e reações paranóides com o uso de triazolam, bem como insônia de rebote e ansiedade. Muitos clínicos m encontrado problemas particularmente difíceis na interrupção do tratamento com o alprazolam.
Os benzodiazepínicos de ação longa incluem o diazepam (com o mais rápido início de ação), o clorazepato (também de início rápido), o clordiazepóxido (início intermediário), o flurazepam (início lento) e o prazepam (início mais lento). Os benzodiazepínicos de ação longa podem produzir um efeito incapacitante cumulativo e tem maior probabilidade de causar sedação diurna e perturbações motoras que os agentes de ação curta.
Mesmo em doses terapêuticas, a interrupção abrupta dos benzodiazepínicos induz uma síndrome de abstinência em até 50% das pessoas tratadas por seis meses ou mais. Os sintomas o mais intensos com as preparações de ação curta; com os benzodiazepínicos de ação longa os sintomas de abstinência aparecem uma ou duas semanas depois da interrupção e duram mais, mas o menos intensas. Como com outros sedativos, é necessário um programa de desintoxicação lenta para evitar complicações graves como as convulsões da abstinência.
Alguns benzodiazepínicos m sido usados em combinação com outras substâncias psicoativas para acentuar a euforia, por exemplo, ex., 40-80 mg. de diazepam tomados logo antes ou imediatamente após uma dose de manutenção diária de metadona. Os benzodiazepínicos são, com freqüência, usados indevidamente em combinação com o álcool ou na dependência de opióides.
A superdose fatal é rara com qualquer benzodiazepínico, a menos que ele seja ingerido concomitantemente ao álcool ou outro depressor do sistema nervoso central.

Borderline
Patologicamente podemos dizer que a pessoa portadora de Personalidade Borderline, embora seja bem menos perturbada que os psicóticos, são muito mais complexas que os neuróticos, embora não apresentem deformações de caráter típicas das personalidades sociopáticas. Na realidade, o Borderline tem séria limitação para usufruir as disponibilidades de opção emocional diante dos estímulos do cotidiano e, por causa disso, pequenos estressores são capazes de enfurecê-lo.
São indivíduos sujeitos a acessos de ira e verdadeiros ataques de fúria ou de mau gênio, em completa inadequação ao estímulo desencadeante. Essas crises de fúria e agressividade acontecem de forma inesperada, intempestivamente e, habitualmente, tem por alvo pessoas do convívio mais íntimo, como os pais, irmãos, familiares, amigos, namoradas, cônjuges, etc.
Embora o Borderline mantenha condutas até bastante adequadas em grande número de situações, ele tropeça escandalosamente em certas situações triviais e simples. O limiar de tolerância às frustrações é extremamente susceptível nessas pessoas.

Bruxismo
Consiste num ranger de dentes ou numa contração dos músculos mandibulares associados, quase sempre, à fase 2 do sono. Pode ser acompanhado de alterações neurovegetativas e, em alguns indivíduos, é possível evocá-lo por estímulos auditivos.

Bulimia nervosa
Ataques repetidos de hiperfagia e preocupação excessiva com o controle do peso corporal, que levam a um padrão de hiperfagia seguida de vômitos ou do uso de laxantes. Os vômitos repetidos causam freqüentemente transtorno eletrolítico e complicações físicas. A bulimia nervosa às vezes é precedida, de poucos meses a vários anos, por um episódio de anorexia nervosa. Sinonímia: Hiperorexia Nervosa.

Burnout
Termo que designa uma síndrome caracterizada por exaustão física e emocional, despersonalização, percepção (real ou imaginária) de diminuição da capacidade laboral, sensação de fracasso pessoal e insônia. Pode-se encontrar ainda depressão, suscetibilidade aumentada para doenças físicas, uso de álcool ou outras drogas para obter alívio e, em alguns casos, suicídio.
Esta síndrome, originalmente descrita nos Estados Unidos, é geralmente considerada como uma reação de estresse frente a inexoráveis exigências emocionais, ou por dedicação excessiva ao trabalho e uma negligência em relação à família e ao lazer. Parece ser uma síndrome relacionada à cultura, com maior prevalência em sociedades urbanas industrializadas, onde predomina o status conquistado.

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