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4/15/2013

Maconha na terceira idade: erva perigosa


Fumar maconha frequentemente, mesmo que em pouca quantidade, além de causar dependência química, pode vir a danificar gravemente a área do cérebro ligada à memória. Fumantes podem ter a memória destruída pela erva.


Segundo os especialistas, as partes do cérebro mais atingidas pelos consumidores da erva é a do arquivamento de lembranças e execução de atividades como planejamento e gerenciamento de informações. Com o tempo usuários da droga passam a esquecer informações simples da vida diária. O uso contínuo após os quarenta anos de idade é ainda maior, devido ao efeito tóxico cumulativo. 

Usuários da droga, além de precisarem tratar a dependência, devem se submeter frequentemente a testes neuropsicológicos para avaliar eventuais déficits cognitivos e prevenir futuros danos. Tais testes servem ainda para direcionar o tratamento dos dependentes químicos, pois os déficit cognitivo aumenta as chances de recaída. 

Além da perda de memória, a erva pode provocar reações de pânico e ansiedade, reduzir as defesas do organismo as doenças e no homem reduzir a produção do hormônio masculino (testosterona).


Combinada com álcool ou outros medicamentos, principalmente benzodiazepínicos, pode levar à morte.