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9/02/2011

Os Doze Passos à Luz da Bíblia - Passo 4



PASSO 4
Fizemos um minucioso e destemido inventário moral de nós mesmos.

Saindo do Esconderijo – Gênesis 3.6-13

6   Vendo a mulher que a árvore era boa para se comer, agradável aos olhos e árvore desejável para dar entendimento, tomou-lhe do fruto e comeu e deu também ao marido, e ele comeu.
7   Abriram-se, então, os olhos de ambos; e, percebendo que estavam nus, coseram folhas de figueira e fizeram cintas para si.
8   Quando ouviram a voz do SENHOR Deus, que andava no jardim pela viração do dia, esconderam-se da presença do SENHOR Deus, o homem e sua mulher, por entre as árvores do jardim.
9   E chamou o SENHOR Deus ao homem e lhe perguntou: Onde estás?
10   Ele respondeu: Ouvi a tua voz no jardim, e, porque estava nu, tive medo, e me escondi.
11   Perguntou-lhe Deus: Quem te fez saber que estavas nu? Comeste da árvore de que te ordenei que não comesses?
12   Então, disse o homem: A mulher que me deste por esposa, ela me deu da árvore, e eu comi.
13   Disse o SENHOR Deus à mulher: Que é isso que fizeste? Respondeu a mulher: A serpente me enganou, e eu comi.

Muitos passam a sua vida num esconderijo, envergonhado de quem são no seu interior. Quem sabe tentemos nos esconder por levarmos vida ambígua, pelo uso de álcool, drogas ou outras adicções; para nos sentirmos como os outros ou nos colocarmos de maneira arrogante perante as coisas que escondemos, inclusive de nós próprios.

Depois que Adão e Eva desobedeceram a Deus, “se esconderam dele, no meio das árvores. Mas o SENHOR chamou o homem e perguntou: ’Onde é que você está? ‘ O homem respondeu’: Eu ouvi a tua voz quando estavas passeando pelo jardim, e fiquei com medo porque estava nu. Por isso me escondi.” (Gênesis 3.8-10)

8   Quando ouviram a voz do SENHOR Deus, que andava no jardim pela viração do dia, esconderam-se da presença do SENHOR Deus, o homem e sua mulher, por entre as árvores do jardim.
9   E chamou o SENHOR Deus ao homem e lhe perguntou: Onde estás?
10   Ele respondeu: Ouvi a tua voz no jardim, e, porque estava nu, tive medo, e me escondi.

Desde então os  seres humanos têm se acobertado e escondido!

Jesus confrontou vigorosamente os líderes religiosos por causa da hipocrisia deles. A palavra hipócrita descreve uma pessoa que pretende ter virtudes ou qualidades que na realidade não tem.

Certa vez, Jesus disse a esses líderes: “Ai de vocês, mestres da lei e fariseus, hipócritas! Pois vocês lavam o copo e o prato por fora, mas por dentro estes estão cheios de coisas que vocês conseguiram pela violência e pala ganância.

Lave primeiro o copo por dentro, e então a parte de fora também ficará limpa!” (Mateus 23.25-26)

25   Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque limpais o exterior do copo e do prato, mas estes, por dentro, estão cheios de rapina e intemperança!
26   Fariseu cego, limpa primeiro o interior do copo, para que também o seu exterior fique limpo!

Quando a pessoa verdadeira do nosso interior sai do esconderijo, tem de encarar a sujeira! Fazer esse inventário é uma boa maneira de lavar o interior; uma parte dessa lavagem pode envolver um banho de lágrimas na nossa vida. Somente destapando as partes escondidas é que seremos capazes de mudar o nosso exterior, inclusive nossos comportamentos adictivos/compulsivos.

Enfrentando a Tristeza – Neemias 8.7-10

7   E Jesua, Bani, Serebias, Jamim, Acube, Sabetai, Hodias, Maaséias, Quelita, Azarias, Jozabade, Hanã, Pelaías e os levitas ensinavam o povo na Lei; e o povo estava no seu lugar.
8   Leram no livro, na Lei de Deus, claramente, dando explicações, de maneira que entendessem o que se lia.
9   Neemias, que era o governador, e Esdras, sacerdote e escriba, e os levitas que ensinavam todo o povo lhe disseram: Este dia é consagrado ao SENHOR, vosso Deus, pelo que não pranteeis, nem choreis. Porque todo o povo chorava, ouvindo as palavras da Lei.
10   Disse-lhes mais: ide, comei carnes gordas, tomai bebidas doces e enviai porções aos que não têm nada preparado para si; porque este dia é consagrado ao nosso Senhor; portanto, não vos entristeçais, porque a alegria do SENHOR é a vossa força.

A maioria de nós hesita em realizar um inventário pessoal honesto. São inúmeras as racionalizações e as desculpas para se evitar esse passo. A razão desse procedimento está no fato de sabermos que há uma enorme dose de tristeza à nossa espera, e tememos a dor que o enfrentamento da tristeza causará.

Os exilados judeus que retornaram a Jerusalém após o cativeiro babilônico tinham perdido o contato com Deus. Durante o exílio, não tinham recebido o ensino das leis de Deus e, conseqüentemente, não as praticaram.

Após a reconstrução do muro da cidade e do Templo, os sacerdotes congregaram o povo para ler o Livro da Lei. O povo sentiu-se sobrecarregado de tristeza e começou a chorar porque sua vida estava longe de conformar-se com a Palavra de Deus.

Os sacerdotes disseram ao povo: “Este dia é sagrado para o SENHOR, nosso Deus, e por isso vocês não devem se lamentar nem chorar. Vão agora para casa e façam uma festa. Repartam a sua comida e o seu vinho com quem não tiver nada preparado. Este dia é sagrado para o nosso Deus; portanto, não fiquem tristes. A alegria que o SENHOR dá fará com que vocês fiquem fortes.” (Neemias 8.9-10).

9   Neemias, que era o governador, e Esdras, sacerdote e escriba, e os levitas que ensinavam todo o povo lhe disseram: Este dia é consagrado ao SENHOR, vosso Deus, pelo que não pranteeis, nem choreis. Porque todo o povo chorava, ouvindo as palavras da Lei.
10   Disse-lhes mais: ide, comei carnes gordas, tomai bebidas doces e enviai porções aos que não têm nada preparado para si; porque este dia é consagrado ao nosso Senhor; portanto, não vos entristeçais, porque a alegria do SENHOR é a vossa força.

Para o dia seguinte, marcaram a Festa das Barracas, uma festa judaica exigida que comemorava o escape dos israelitas da escravidão do Egito e o cuidado proporcionado por Deus enquanto peregrinavam pelo deserto.

Quando avançamos para enfrentar a dor e a tristeza de realizar um inventário moral, necessitamos da alegria do Senhor” para nos dar forças. Essa alegria vem do reconhecimento, até mesmo da celebração da habilidade de Deus de nos resgatar da escravidão e cuidar de nós ao traspormos a tristeza e nos dirigirmos para uma nova forma de vida.

Confissão – Neemias 9.1-3

1   No dia vinte e quatro deste mês, se ajuntaram os filhos de Israel com jejum e pano de saco e traziam terra sobre si.
2   Os da linhagem de Israel se apartaram de todos os estranhos, puseram-se em pé e fizeram confissão dos seus pecados e das iniqüidades de seus pais.
3   Levantando-se no seu lugar, leram no Livro da Lei do SENHOR, seu Deus, uma quarta parte do dia; em outra quarta parte dele fizeram confissão e adoraram o SENHOR, seu Deus.

Ao fazermos nosso inventário moral, provavelmente faremos uma lista de nossos hábitos destrutivos, das nossas falhas de caráter, dos erros cometidos, das conseqüências das escolhas erradas com as quais convivemos agora e dos danos que causamos a outras pessoas. É semelhante a revirar todo o lixo d e nosso passado. Isso é doloroso, mas é o procedimento necessário para jogar fora os hábitos e comportamentos deteriorados. Se não lidarmos com eles, certamente arruinarão todo o resto de nossa vida.

Os judeus que retornaram do exílio “confessaram os seus pecados.” Essa frase diz muito. A idéia da confissão envolve não apenas assumir os nossos pecados, mas também inclui sentir verdadeira tristeza por causa dos mesmos. Pecados são ofensas contra Deus, inclusive toda e qualquer transgressão contra a vontade dele.

A seqüência natural da verdadeira confissão, após assumirmos nossos pecados e lamentá-los perante Deus, é abandoná-los. A confissão dos israelitas nos serve de modelo a seguir ao realizarmos nosso inventário moral. Podemos listar as ocasiões em que ocorreram nossas ofensas, nossos hábitos destrutivos e as conseqüências que causamos em nossa vida e na vida dos outros. Então, depois de nos responsabilizarmos por todo o lixo, podemos “jogá-lo na lixeira.”

Na sua confissão, os israelitas assumiram, lamentaram e, então, descartaram seus pecados. Após isso, estavam mais bem habilitados a fazer um novo começo. Nós podemos “assumir” o lixo em nossa própria vida ao nos responsabilizarmos pessoalmente por escolhas feitas e ações praticadas. Podemos “lamentar” os pecados permitindo-nos chorar. Podemos “descartar’ os pecados deixando-os para trás e direcionando-nos para o futuro.

Influência Familiar - Neemias 9.34-38

34   Os nossos reis, os nossos príncipes, os nossos sacerdotes e os nossos pais não guardaram a tua lei, nem deram ouvidos aos teus mandamentos e aos teus testemunhos, que testificaste contra eles.
35   Pois eles no seu reino, na muita abundância de bens que lhes deste, na terra espaçosa e fértil que puseste diante deles não te serviram, nem se converteram de suas más obras.
36   Eis que hoje somos servos; e até na terra que deste a nossos pais, para comerem o seu fruto e o seu bem, eis que somos servos nela.
37   Seus abundantes produtos são para os reis que puseste sobre nós por causa dos nossos pecados; e, segundo a sua vontade, dominam sobre o nosso corpo e sobre o nosso gado; estamos em grande angústia.
38   Por causa de tudo isso, estabelecemos aliança fiel e o escrevemos; e selaram-na os nossos príncipes, os nossos levitas e os nossos sacerdotes.

Nossa família de origem teve influência sobre o que somos hoje. Alguns de nós imaginam que nossa família foi ou é quase perfeita. Outros entre nós talvez queiram evitar a responsabilidade por suas ações culpando sua família. Seja qual for o caso, quando pensamos a respeito de nossa própria vida, também precisamos lidar com nossa família e os efeitos causados por seus membros sobre nós até o dia de hoje.

É dito a nós que os judeus que retornaram do exílio confessaram “os pecados que eles e os seus antepassados haviam cometido.” (Neemias 9.2)

2   Os da linhagem de Israel se apartaram de todos os estranhos, puseram-se em pé e fizeram confissão dos seus pecados e das iniqüidades de seus pais.

Acusaram seus antepassados pelo cativeiro e pela situação difícil que enfrentavam. Eles disseram: Nossos antepassados não se arrependeram das suas más ações. E agora nós somos escravos na terra que nos deste, esta terra boa que nos alimenta. Aquilo que a terra produz vai para os reis que puseste para nos fazer sofrer por causa dos nossos pecados. Eles fazem o que querem conosco e com o nosso gado, e nós estamos profundamente aflitos.” (Neemias 9.35-37)

35   Pois eles no seu reino, na muita abundância de bens que lhes deste, na terra espaçosa e fértil que puseste diante deles não te serviram, nem se converteram de suas más obras.
36   Eis que hoje somos servos; e até na terra que deste a nossos pais, para comerem o seu fruto e o seu bem, eis que somos servos nela.
37   Seus abundantes produtos são para os reis que puseste sobre nós por causa dos nossos pecados; e, segundo a sua vontade, dominam sobre o nosso corpo e sobre o nosso gado; estamos em grande angústia.

Está certo admitir a verdade da causa que nos levou ao cativeiro. Isso pode envolver os erros cometidos por nossos pais ou outros membros da família. É perfeitamente correto expressar nossa raiva e ressentimento em relação ao que tudo isso causou em nossa vida.

Tudo isso é parte do quadro real. No entanto, não é certo usar isso como desculpa por nossas escolhas erradas ou para permanecermos em cativeiro. Nossos parentes podem ser parcialmente responsáveis por estarmos na situação atual, mas nós somos responsáveis pela locomoção própria e da nossa família para uma situação melhor.

Apontando o Dedo – Mateus 7.1-5

1   Não julgueis, para que não sejais julgados.
2   Pois, com o critério com que julgardes, sereis julgados; e, com a medida com que tiverdes medido, vos medirão também.
3   Por que vês tu o argueiro no olho de teu irmão, porém não reparas na trave que está no teu próprio?
4   Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, quando tens a trave no teu?
5   Hipócrita! Tira primeiro a trave do teu olho e, então, verás claramente para tirar o argueiro do olho de teu irmão.

É provável que tenha havido momentos nos quais ignoramos os nossos pecados e problemas  apontando o dedo para alguém. Talvez não estejamos em sintonia com os nossos assuntos internos porque ainda estamos culpando outros pelas nossas decisões morais. Ou, talvez, evitemos um auto-exame fazendo inventários morais das pessoas que nos rodeiam.

Quando Deus perguntou a Adão e Eva sobre o pecado deles, eles apontaram o dedo para outro. “Aí Deus perguntou: E quem foi que lhe disse que você estava nu? Por acaso você comeu a fruta da árvore que eu o proibi de comer? ’ O homem disse: ‘A mulher que me deste para ser minha companheira me deu a fruta, e eu a comi.’

Então o Senhor Deus perguntou à mulher: ‘Por que você fez isso? ’A mulher respondeu: ‘A cobra me enganou e eu comi. ” (Gênesis 3.11-13). Culpar os outros como primeira tática de defesa parece ser próprio da natureza humana.

11   Perguntou-lhe Deus: Quem te fez saber que estavas nu? Comeste da árvore de que te ordenei que não comesses?
12   Então, disse o homem: A mulher que me deste por esposa, ela me deu da árvore, e eu comi.
13   Disse o SENHOR Deus à mulher: Que é isso que fizeste? Respondeu a mulher: A serpente me enganou, e eu comi.

Também podemos fugir dos nossos problemas avaliando e criticando os outros. Jesus nos disse: “Por que é que você vê o cisco que está no olho do seu irmão e não repara na trave de madeira que está no seu próprio olho? Hipócrita! Tire primeiro a trave que está no seu olho e então poderá ver bem para tirar o cisco que está no olho do seu irmão.” (Mateus 7.3,5)

3   Por que vês tu o argueiro no olho de teu irmão, porém não reparas na trave que está no teu próprio?
4   Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, quando tens a trave no teu?
5   Hipócrita! Tira primeiro a trave do teu olho e, então, verás claramente para tirar o argueiro do olho de teu irmão.

Enquanto praticamos esse passo, devemos lembrar, constantemente, que esse é um tempo de auto-exame. Devemos cuidar para não culpar e examinar a vida de outros. No futuro, haverá oportunidade para ajudar outros, depois que nos tornarmos responsáveis pela nossa própria vida.

Tristeza Construtiva – 2 Coríntios 7.8-11

8   Porquanto, ainda que vos tenha contristado com a carta, não me arrependo; embora já me tenha arrependido (vejo que aquela carta vos contristou por breve tempo),
9   agora, me alegro não porque fostes contristados, mas porque fostes contristados para arrependimento; pois fostes contristados segundo Deus, para que, de nossa parte, nenhum dano sofrêsseis.
10   Porque a tristeza segundo Deus produz arrependimento para a salvação, que a ninguém traz pesar; mas a tristeza do mundo produz morte.
11   Porque quanto cuidado não produziu isto mesmo em vós que, segundo Deus, fostes contristados! Que defesa, que indignação, que temor, que saudades, que zelo, que vindita! Em tudo destes prova de estardes inocentes neste assunto.

Todos temos de lutar contra a tristeza. Podemos tentar escondê-la ou ignorá-la. Podemos afogá-la rendendo-nos à nossa adicção; ou lidarmos com ela de maneira racional para não senti-la. Mas a tristeza fará parte do processo ao fazer o inventário.
Nem sempre a tristeza é algo ruim para nós.

O apóstolo Paulo tinha escrito uma carta aos crentes Coríntios. Essa carta provocou muita tristeza porque confrontou os coríntios com algo errado que estavam fazendo. A princípio, ficou com pena, pensando que os tinha machucado, mas depois disse: “Mas agora estou alegre, não porque vocês ficaram tristes, mas porque aquela tristeza fez com que vocês se arrependessem.

Aquela tristeza foi usada por Deus, e assim nós não causamos nenhum mal a vocês. Pois a tristeza que é usada por Deus produz o arrependimento que leva a salvação; e nisso não há motivo para alguém ficar triste. Mas as tristezas deste mundo produzem a morte. Vocês suportaram a tristeza da maneira que agrada a Deus. Em tudo isso vocês mostraram que não tiveram nenhuma culpa naquele caso.” (2 Coríntios 7.9-11)

9   agora, me alegro não porque fostes contristados, mas porque fostes contristados para arrependimento; pois fostes contristados segundo Deus, para que, de nossa parte, nenhum dano sofrêsseis.
10   Porque a tristeza segundo Deus produz arrependimento para a salvação, que a ninguém traz pesar; mas a tristeza do mundo produz morte.
11   Porque quanto cuidado não produziu isto mesmo em vós que, segundo Deus, fostes contristados! Que defesa, que indignação, que temor, que saudades, que zelo, que vindita! Em tudo destes prova de estardes inocentes neste assunto.

Jeremias disse: “Ele pode fazer a gente sofrer, mas também tem compaixão porque o seu amor é imenso. Não é com prazer que ele nos causa sofrimento ou dor.” (Lamentações 3.32-33)

32   pois, ainda que entristeça a alguém, usará de compaixão segundo a grandeza das suas misericórdias;
33   porque não aflige, nem entristece de bom grado os filhos dos homens.

A aflição dos coríntios foi boa pois foi produto de uma honesta avaliação interna e não de uma mórbida auto-condenação. Podemos aprender a aceitar nossa tristeza como um aspecto positivo da recuperação e não como um castigo.

Inventário Para a Recuperação - Apocalipse 20.11-15

11   Vi um grande trono branco e aquele que nele se assenta, de cuja presença fugiram a terra e o céu, e não se achou lugar para eles.
12   Vi também os mortos, os grandes e os pequenos, postos em pé diante do trono. Então, se abriram livros. Ainda outro livro, o Livro da Vida, foi aberto. E os mortos foram julgados, segundo as suas obras, conforme o que se achava escrito nos livros.
13   Deu o mar os mortos que nele estavam. A morte e o além entregaram os mortos que neles havia. E foram julgados, um por um, segundo as suas obras.
14   Então, a morte e o inferno foram lançados para dentro do lago de fogo. Esta é a segunda morte, o lago de fogo.
15   E, se alguém não foi achado inscrito no Livro da Vida, esse foi lançado para dentro do lago de fogo.

É possível que não desejemos fazer um inventário moral da nossa vida. É normal que queiramos evitar um exame pessoal. Mas, no fundo, provavelmente, sintamos que chegará um dia em que termos de encarar a verdade sobre nós e sobre a nossa vida.

A Bíblia nos diz que virá o dia quando será feito um inventário da vida de cada pessoa. Ninguém poderá se esconder. Na visão de João, ele viu “um grande trono branco e aquele que está sentado nele.

A terra e o céu fugiram da sua presença e não foram mais vistos. Vi também os mortos, tanto os importantes como os humildes, que estavam de pé diante do trono. Foram abertos livros, e também foi aberto outro livro, o Livro da Vida. Os mortos foram julgados de acordo com o que cada um havia feito, conforme estava escrito nos livros. Quem não tinha o seu nome escrito no Livro da Vida foi jogado no lago de fogo.” (Apocalipse 20.11-12,15)

11   Vi um grande trono branco e aquele que nele se assenta, de cuja presença fugiram a terra e o céu, e não se achou lugar para eles.
12   Vi também os mortos, os grandes e os pequenos, postos em pé diante do trono. Então, se abriram livros. Ainda outro livro, o Livro da Vida, foi aberto. E os mortos foram julgados, segundo as suas obras, conforme o que se achava escrito nos livros.
15   E, se alguém não foi achado inscrito no Livro da Vida, esse foi lançado para dentro do lago de fogo.

É melhor fazer agora o nosso inventário moral para que possamos estar preparados para o que virá. Toda pessoa cujo nome estiver escrito no Livro da Vida será salva, incluindo todas aquelas pessoas cujos pecados tenham sido expiados pela morte de Jesus.

Os que rejeitarem a oferta divina de misericórdia serão julgados segundo as suas obras registradas “nos livros”. Ninguém passará nossa prova! Talvez, agora, seja um bom momento para nos assegurar de que o nosso nome esteja no livro correto. Saber que os nossos pecados estão cobertos pelo perdão de Deus pode nos ajudar a examinar a nossa vida sem temor e com sinceridade.

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