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8/31/2011

Letra I


Id
Termo psicanalítico que designa a fonte de energia psíquica, em sua forma mais primitiva, apresentando-se sob a forma dos instintos ou pulsões, que são essencialmente de natureza biológica. O ID seria o instinto ou pulsão de vida, ligado à sobrevivência do sujeito e da espécie (libido ou desejo). É no ID que se concentram nossos sentimentos, desejos e experiências reprimidas e recalcadas. As idéias e os afetos contidos no ID não têm limite, são amorais e simbólicos.

ideação paranóide
Ideação de proporção menor que delirante, envolvendo suspeitas ou a crença de que o indivíduo está sendo assediado, perseguido ou injustamente tratado.

Idéia obsessiva (obsessão)
A intromissão indesejável de um pensamento no campo da consciência de maneira insistente e repetitiva, reconhecido pelo indivíduo como um fenômeno incômodo e absurdo, é denominado de Pensamento Obsessivo. Portanto, para que seja Obsessão é necessário o aspecto involuntário das idéias, bem como, o reconhecimento de sua conotação ilógica pelo próprio paciente, ou seja, ele deve ter crítica sobre o aspecto irreal e absurdo desta idéia indesejável.
As Obsessões estão tão enraizadas na consciência que não podem ser removidas simplesmente por um aconselhamento razoável, nem por livre decisão do paciente. Elas parecem ter existência emancipada da vontade e, por não comprometerem o juízo crítico, os pacientes têm a exata noção do absurdo de seu conteúdo mental. Em maior ou menor grau, as Idéias Obsessivas ocorrem em todas as pessoas, notadamente quando crianças.
As idéias obsessivas podem aparecer, por exemplo, como uma musiquinha conhecida que "não sai da cabeça", ou a idéia de que pode haver um bicho debaixo da cama, ou que o gás pode estar aberto apesar da lógica sugerir estar fechado. Em crianças aparecem como um certo impedimento em pisar nos riscos da calçada, uma obrigatoriedade em contar as árvores da rua ou os carros que passam, etc. Estas idéias obrigatórias, quando exageradas e promovedoras de significativa ansiedade ou sofrimento, constituem quadro patológico.
A temática das Idéias Obsessivas pode ser extremamente variável, entretanto, em grande número de vezes diz respeito à higiene, contaminação, transmissão de doenças, bactérias, vírus, organização ou coisas assim. É muito freqüente também a existência de Idéias Obsessivas sobre um eventual impulso suicida, como por exemplo saltar da janela de edifícios, ou em ser acometido subitamente por impulsos de agressão e ferir pessoas, principalmente os filhos. Neste último caso a obsessão está justamente em acreditar que, diante de um mal estar súbito, a pessoa venha a perder o controle e executar, impulsivamente, aquilo que sugere tais idéias.

Identidade
Sentimento que uma pessoa tem de pertencer a um ou mais grupos. A identidade étnica consiste de atitudes, crenças, rituais, comportamentos, linguagem (ou dialetos), costumes, normas, aceitação social, habilidades sociais e valores adquiridos da própria família ou comunidade, do nascimento até ao final da adolescência. É uma importante fonte de amor próprio, status e prestígio para o indivíduo.
Pode estar sobredeterminada (p.ex., chauvinismo nacional, racismo) em algumas condições psicopatológicas, nas quais a identidade individual, familiar ou nacional é fraca ou negativa. Problemas de identidade referem-se ao baixo nível de amor próprio e de autoconfiança e a confusão em relação à própria identidade.
Tais problemas, freqüentemente associados a alterações do humor ou de ansiedade, podem ocorrer em indivíduos obrigados a se afiliar a culturas antagônicas ou mesmo conflituosas, como p.ex., filhos de migrantes, crianças adotadas por pais de etnia diferente da sua e crianças nascidas de casamentos interétnicos.

Ilusões
Segundo Bleuler, as ilusões são percepções reais falsificadas e estudadas sob o título engano dos sentidos. Trata-se, na realidade, da interpretação distorcida de um objeto real, uma falsificação da percepção de um objeto que, de fato, existe. É uma percepção enganosa de um objeto real.
Nesta caricatura do processo de percepção nossos sentidos são simplesmente enganados por alguma variável circunstancial (iluminação, distância, efeitos ópticos, etc.) ou deixam-se superar por alguma emoção. É o caso, por exemplo, de um ruído qualquer, parecer-nos passos misteriosos, das manchas num papel serem percebidas como símbolos religiosos, de um barulho indefinido soar-nos como alguém nos chamando e assim por diante. Sem dúvida, tais acontecimentos estão impregnados pelo medo, pela necessidade religiosa, pela saudade ou por qualquer outro tipo de emoção.
Por si só a ilusão não constitui um estado mórbido, mas pode denotar um estado emocional mais ou menos intenso; desde pequenas oscilações do normal até situações patológicas. Os enganos da ilusão podem afetar os cincos sentidos.

Imagem corpórea
A imagem corpórea é a imagem que elaboramos mentalmente de nosso corpo. A imagem corpórea é, durante o período evolutivo adolescência, um dos dados referenciais para a compreensão dos problemas do adolescente, vez que seu corpo assume novo significado. Todas as características do ajustamento pessoal e social são influenciados, dentre outros aspectos, pela configuração e pelo funcionamento do corpo, seja pela impressão que causa aos outros, seja pelo modo que o corpo é percebido pelo adolescente.
O modo como um garoto ou garota avalia seu corpo reflete os valores de quem os educa. Os meninos e meninas aceitos por suas famílias, habitualmente não subestimam nem superestimam seus corpos. Mas, quando as crianças e os adolescentes sentem que seus corpos não satisfazem as expectativas de quem os rodeia (por exemplo: ser muito baixinho ou alto demais, ter seios pequenos, deficiências físicas, etc), freqüentemente chegam a se automenosprezarem.
Ao contrário, famílias que imprimem alto valor ao corpo, à musculatura, à beleza física, normalmente, geram adolescentes intolerantes com qualquer desvio na configuração corpórea própria e dos outros.

Impulsividade
Diz-se impulsividade da pessoa incapaz de controlar seus impulsos, tendendo a agir desarrazoadamente por insuficiência das funções de controle dos impulsos. No DSM.IV e no CID.10 é classificado como transtorno.

Impulsos patológicos
Os Impulsos Patológicos são ações isoladas, súbitas, involuntárias e, normalmente, desprovidas de finalidade objetiva. São ações psicomotoras automáticas ou semi-automáticas, de natureza explosiva, instantânea e fulminante, caracterizadas sobretudo, pela subtaneidade e incontrolabilidade com que se desencadeiam e se processam. Todo impulso é fundamentalmente psicomotor e suas motivações psicológicas nem sempre são evidenciadas conscientemente ou pressentidas.
Algumas vezes, os atos impulsivos representam verdadeiras explosões emocionais, acompanhadas de acessos de riso ou de lágrimas. Outras vezes, porém, os atos impulsivos se caracterizam pela impetuosidade, rapidez e falta de consideração para com o próprio indivíduo ou para com os demais.
Tendo em vista a automaticidade dos atos impulsivos, o que se observa neles é a perda do controle voluntário das ações.

Incapacidade de abster-se
Uma forma de controle prejudicado do uso de uma substância psicoativa, de tal forma que há uma incapacidade ou falta de desejo de refrear o seu uso. Segundo a formulação de Jellinek, em 1960, esta é uma das duas formas de perda de controle, sendo a outra a incapacidade de parar uma vez iniciado o uso.

Incapacidade relacionada com álcool ou droga
Qualquer problema, doença ou outra conseqüência de uso nocivo, intoxicação aguda ou dependência que inibe a capacidade individual de agir normalmente no contexto de atividades sociais ou econômicas. Exemplos incluem o declínio do funcionamento social ou da atividade física que acompanha a cirrose alcoólica, infecção pelo VIH relacionada à droga ou lesão traumática relacionada ao álcool.

Incoerência (do pensamento)
A Incoerência é uma alteração do curso do pensamento onde há uma grande desorganização na estrutura sintática com períodos em branco e frases soltas no meio da exposição de uma idéia. Freqüentemente a Incoerência está associada a transtornos que comprometem o estado da consciência.
É como se faltasse ao paciente condições homeostáticas para a organização das idéias e para sua capacidade de comunicação verbal. O Estado Crepuscular é um bom exemplo de Distúrbio da Consciência, onde a capacidade de organização do pensamento encontra-se seriamente comprometido. Também na Turvação da Consciência pode haver Incoerência.
O pensamento incoerente é confuso, contraditório e ilógico. Enquanto na Fuga de Idéias percebemos a passagem repentina de uma idéia para outra, na Incoerência o que interrompe o curso do pensamento são fragmentos soltos de idéias aleatórias; como se o pensamento estivesse pulverizado.

Inconsciente
Segundo Freud, o consciente é somente uma pequena parte da mente, incluindo tudo do que estamos cientes num dado momento. O interesse de Freud era muito maior com relação às áreas da consciência menos expostas e exploradas, que ele denominava Pré-Consciente e Inconsciente.
A premissa inicial de Freud era de que há conexões entre todos os eventos mentais e quando um pensamento ou sentimento parece não estar relacionado aos pensamentos e sentimentos que o precedem, as conexões estariam no inconsciente. Uma vez que estes elos inconscientes são descobertos, a aparente descontinuidade está resolvida. "Denominamos um processo psíquico inconsciente, cuja existência somos obrigados a supor - devido a um motivo tal que inferimos a partir de seus efeitos - mas do qual nada sabemos".
No inconsciente estão elementos instintivos não acessíveis à consciência. Além disso, há também material que foi excluído da consciência, censurado e reprimido. Este material não é esquecido nem perdido mas, não obstante, não é permitido ser lembrado. O pensamento ou a memória ainda afetam a consciência, mas apenas indiretamente.
O inconsciente, por sua vez, não é apático e inerte, havendo uma vivacidade e imediatismo em seu material. Memórias muito antigas quando liberadas à consciência, podem mostrar que não perderam nada de sua força emocional. "Aprendemos pela experiência que os processos mentais inconscientes são em si mesmos intemporais. Isto significa em primeiro lugar que não são ordenados temporalmente, que o tempo de modo algum os altera, e que a idéia de tempo não lhes pode ser aplicada"

Incontinência emocional
A Incontinência Emocional é uma forma de alteração da afetividade que se manifesta pela facilidade com que se produzem as reações afetivas, acompanhadas de certo grau de incapacidade para inibi-las. Diz Bleuler que a maioria dos pacientes com incontinência emocional domina-se pior que os demais. Tem de ceder diante dos acontecimentos mais insignificantes, tanto no que se refere a sua expressão como à ação que deles se deriva. Bleuler cita o exemplo de um paciente que não podia jogar cartas porque denunciava seu jogo com a fisionomia.
A Incontinência Emocional é um dos sintomas freqüentes nas perturbações psíquicas provocadas por lesões orgânicas do cérebro, manifestando-se também em várias psicoses e neuroses. Na arteriosclerose cerebral a Incontinência Emocional constitui um dos sintomas mais característicos.
Nesses casos, os próprios pacientes se queixam de extrema facilidade para emocionar-se, com tendência ao choro fácil, o que não ocorria antes de adoecer. Segundo Nágera, a Instabilidade Afetiva nem sempre se apresenta junto com a Incontinência Emocional, pois existem pessoas que não podem conter as emoções, embora revelem tenacidade afetiva.

Índice da massa corporal de Quetelet
Peso dividido pela altura elevada ao quadrado multiplicado por 100; um índice antropométrico proposto em 1835 e ainda amplamente usado para quantificar a relação entre peso e altura na avaliação diagnóstica de transtornos alimentares.

Individuação
Individuação significa tornar-se um ser único, homogêneo. na medida em que por individualidade entendemos nossa singularidade mais íntima, última e incomparável, significando também que nos tornamos o nosso próprio si mesmo. Pode-se traduzir Individuação como tornar-se si mesmo, ou realização do si mesmo.
Individuação é um processo de desenvolvimento da totalidade e, portanto, de movimento em direção a uma maior liberdade. Isto inclui o desenvolvimento do eixo Ego-Self, além da integração de várias partes da psique: Ego, Persona, Sombra, Anima ou Animus e outros Arquétipos inconscientes. Quando tornam-se individuados, esses Arquétipos expressam-se de maneiras mais sutis e complexas.
Quanto mais conscientes nos tornamos de nós mesmos através do auto conhecimento, tanto mais se reduzirá a camada do inconsciente pessoal que recobre o inconsciente coletivo. Desta forma, sai emergindo uma consciência livre do mundo mesquinho, suscetível e pessoal do Eu, aberta para a livre participação de um mundo mais amplo de interesses objetivos.
Essa consciência ampliada não é mais aquele novelo egoísta de desejos, temores, esperanças e ambições de caráter pessoal, que sempre deve ser compensado ou corrigido por contra-tendências inconscientes; tornar-se-á uma função de relação com o mundo de objetos, colocando o indivíduo numa comunhão incondicional, obrigatória e indissolúvel com o mundo.

Inibidor da recaptação de serotonina
Droga que inibe a recaptação neuronal de serotonina e, conseqüentemente, prolonga a sua ação. Embora primariamente indicados no tratamento de transtornos depressivos, há relatos que drogas desta classe são capazes de reduzir o consumo de álcool. Certos antidepressivos inibem tanto a recaptação da serotonina como da noradrenalina (ou norepinefrina).
·                     Insônia
·                     Uma queixa subjetiva de dificuldade em conciliar ou manter o sono ou de um sono de má qualidade. Os tipos de insônia Incluem:
·                     insônia inicial - Dificuldade em conciliar o sono.
·                     insônia intermediária - Despertar no meio da noite, seguido de um retorno ao sono, porém com dificuldade.
·                     insônia não orgânica - Qualidade e/ou quantidade insatisfatórias do sono que persistem por um período considerável de tempo. Inclui dificuldade em conciliar o sono, dificuldade em manter o sono e despertar precoce.
·                     insônia terminal - Despertar antes do horário habitual e incapacidade de retornar ao sono.

Instintos básicos
Num primeiro momento Freud descreveu duas forças instintivas opostas, a sexual (erótica ou fisicamente gratificante) e a agressiva ou destrutiva. Suas últimas descrições, mais globais, encararam essas forças ou como mantenedoras da vida ou como incitadoras da morte. Essas formulações supõem dois conflitos instintivos básicos, biológicos, contínuos e não-resolvidos. Tal antagonismo básico não costuma ser visível ou consciente, e a maioria de nossos pensamentos e ações é evocada por estas ambas forças instintivas em combinação.
Freud impressionou-se com a diversidade e complexidade do comportamento que emerge da fusão das pulsões básicas. Por exemplo, ele escreve: "Os instintos sexuais fazem-se notar por sua plasticidade, sua capacidade de alterar suas finalidades, sua capacidade de se substituírem, permitindo uma satisfação instintiva ser substituída por outra, e por sua possibilidade de se submeterem a adiamentos..." Os instintos seriam então, canais através dos quais a energia pudesse fluir.

Interpretação
Em lingüística, este termo significa a tradução de significados com conotação emocional ou denotação factual de um idioma para outro, de tal forma que sentimentos e avaliações não perdem seu significado original. Em geral, o termo se aplica mais à tradução de diálogos vivos do que de textos. Este significado lingüístico da interpretação é diferente do significado do mesmo termo em psicoterapia. Neste caso, o termo refere-se à explicação de uma hipótese psicodinâmica que o terapeuta comunica ao paciente e que pode explicar a origem de um comportamento, .pensamento ou emoção do paciente.

Intervenção breve
Estratégia de tratamento na qual se oferece uma terapia estruturada de curta duração (normalmente 5-30 minutos) com o objetivo de auxiliar um indivíduo a parar ou reduzir o uso de substâncias psicoativas ou (menos comumente) a lidar com outras questões de vida. É particularmente adaptada para clínicos gerais e outros profissionais da área de saúde.
Até hoje a intervenção breve — algumas vezes conhecida como intervenção mínima — tem sido aplicada principalmente para se parar de fumar e como terapia do uso prejudicial do álcool. A base lógica para a intervenção breve é que, mesmo se o percentual dos indivíduos que alteram o uso de substâncias após uma única intervenção é pequeno, o impacto causado na saúde pública pelo grande número de profissionais da área a proporcionarem tais intervenções sistematicamente é considerável.
A intervenção breve está geralmente associada a testes sistemáticos para identificar o uso de substâncias perigosas ou prejudiciais, principalmente álcool e tabaco. Ver intervenção precoce.

Intervenção precoce
Estratégia terapêutica que combina a detecção precoce do uso de substâncias perigosas ou prejudiciais e o tratamento dos envolvidos. O tratamento é oferecido antes que o paciente se apresente por vontade própria e, em muitos casos, antes que ele esteja consciente que o uso dessas substâncias possa causar problemas. É particularmente dirigida a indivíduos que não desenvolveram dependência física ou grandes complicações psicossociais.
A intervenção precoce é, portanto, um tratamento pró-ativo, que é iniciado mais pelo pessoal da área de saúde do que pelo próprio paciente. O primeiro estágio consiste de um procedimento sistemático de detecção precoce. Há vários enfoques: um inquérito de rotina sobre a história clínica do uso de álcool, tabaco e outras drogas e o uso de testes de triagem, p.ex., em locais de cuidados primários de saúde.
Posteriormente outras perguntas são feitas para confirmar o diagnóstico. O segundo componente é breve e ocorre no contexto de cuidados primários de saúde (durando em média de 5 a 30 min.). O tratamento pode ser mais prolongado em outros contextos. Ver intervenção breve.

Intoxicação
Situação que segue a administração de uma substância psicoativa e que tem como conseqüência perturbações do nível da vigília, da cognição, da percepção, do juízo, do afeto, do comportamento ou de outras funções e reações psicofisiológicas. As perturbações estão relacionadas com a substância através dos seus efeitos farmacológicos agudos e das reações aprendidas e desaparecem completamente com o tempo, exceto quando tenham surgido lesões teciduais ou outras complicações.
O termo é mais freqüentemente utilizado em relação ao uso de álcool e refere-se a um padrão regular ou recorrente de beber até a intoxicação. Em certos lugares, este padrão já foi (ou ainda é) encarado como uma ofensa criminal, independentemente das circunstâncias individuais da intoxicação.
A intoxicação alcoólica aguda manifesta-se por sinais, tais como rubor facial, voz pastosa, marcha vacilante, euforia, hiperatividade, volubilidade, conduta desordeira, reações lentas, diminuição da crítica e incoordenação motora, insensibilidade ou estupor.
A intoxicação aguda depende muito do tipo e da dose da droga e é influenciada pelo nível individual de tolerância e outros fatores. Muitas vezes uma droga é consumida exatamente para se conseguir um grau desejado de intoxicação. A expressão comportamental de um determinado grau de intoxicação é fortemente influenciada pelas expectativas culturais e pessoais acerca dos efeitos da droga.
Intoxicação aguda é o termo da CID-10 para intoxicação de significado clínico (F1x.0). As complicações dependem da substância e do método de administração e podem incluir traumatismo, aspiração do vômito, confusão mental, coma e convulsões.

Irritabilidade
Estado indevido de reação exagerada que envolve aborrecimento, impaciência ou ira. Pode manifestar-se em estados de fadiga ou dor crônica, ou ser um traço clínico de anomalias temperamentais associados à idade avançada, trauma cerebral, estados epilépticos e transtornos maníaco-depressivos.

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