PASSO 2
Viemos a acreditar que um Poder Superior a nós mesmos poderia devolver-nos à sanidade.
Procura Incessante – Jó 14.1-6
1 O homem, nascido de mulher, vive breve tempo, cheio de inquietação.
2 Nasce como a flor e murcha; foge como a sombra e não permanece;
3 e sobre tal homem abres os olhos e o fazes entrar em juízo contigo?
4 Quem da imundícia poderá tirar coisa pura? Ninguém!
5 Visto que os seus dias estão contados, contigo está o número dos seus meses; tu ao homem puseste limites além dos quais não passará.
6 Desvia dele os olhares, para que tenha repouso, até que, como o jornaleiro, tenha prazer no seu dia.
Algo que poderia tornar difícil crer em Deus é que, freqüentemente, a vida parece injusta. Não pedimos para nascer em uma família disfuncional! Não emitimos qualquer opinião quanto aos maus tratos e às injustiças que sofremos! Não escolhemos a nossa predisposição para a adicção. Entretanto, somos responsabilizados por coisas que nem mesmo podemos controlar.
Com isso, fica difícil voltar a Deus como o Poder que pode restaurar a nossa sanidade. Deus parece pouco racional nas suas exigências.
Jó conheceu esses sentimentos. Em meio ao seu sofrimento, manifestou: “Todos somos fracos desde o nascimento; a nossa vida é curta e muito agitada. O ser humano é como a flor que se abre e logo murcha; como uma sombra ele passa e desaparece. Nada somos; então por que nos dás atenção? E quem sou eu para que me leves ao tribunal? O ser humano, que é impuro, nunca produz nada que seja puro.” (Jó 14.1-4)
Essas são boas perguntas que a maioria de nós formula de uma forma ou de outra. Jó persistiu no seu questionamento porque, no íntimo, cria que Deus era bom e justo, embora a vida não fosse assim. Jó foi sincero com as suas emoções e perguntas, mas nunca deixou de procurar Deus.
Existe uma boa resposta à pergunta de Jó, a qual satisfará o nosso coração e a nossa mente. Entretanto, tal resposta somente será encontrada por quem estiver disposto a passar pela dor e pela injustiça da vida e a continuar procurando Deus. Aquele que o buscar o encontrará. Além disso, nos braços amorosos do Senhor encontrará também as respostas que procura.
Nós Não Somos Deus – Daniel 4.19-33
19 Então, Daniel, cujo nome era Beltessazar, esteve atônito por algum tempo, e os seus pensamentos o turbavam. Então, lhe falou o rei e disse: Beltessazar, não te perturbe o sonho, nem a sua interpretação. Respondeu Beltessazar e disse: Senhor meu, o sonho seja contra os que te têm ódio, e a sua interpretação, para os teus inimigos.
20 A árvore que viste, que cresceu e se tornou forte, cuja altura chegou até ao céu, e que foi vista por toda a terra,
21 cuja folhagem era formosa, e o seu fruto, abundante, e em que para todos havia sustento, debaixo da qual os animais do campo achavam sombra, e em cujos ramos as aves do céu faziam morada,
22 és tu, ó rei, que cresceste e vieste a ser forte; a tua grandeza cresceu e chega até ao céu, e o teu domínio, até à extremidade da terra.
23 Quanto ao que viu o rei, um vigilante, um santo, que descia do céu e que dizia: Cortai a árvore e destruí-a, mas a cepa com as raízes deixai na terra, atada com cadeias de ferro e de bronze, na erva do campo; seja ela molhada do orvalho do céu, e a sua porção seja com os animais do campo, até que passem sobre ela sete tempos,
24 esta é a interpretação, ó rei, e este é o decreto do Altíssimo, que virá contra o rei, meu senhor:
25 serás expulso de entre os homens, e a tua morada será com os animais do campo, e dar-te-ão a comer ervas como aos bois, e serás molhado do orvalho do céu; e passar-se-ão sete tempos por cima de ti, até que conheças que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens e o dá a quem quer.
26 Quanto ao que foi dito, que se deixasse a cepa da árvore com as suas raízes, o teu reino tornará a ser teu, depois que tiveres conhecido que o céu domina.
27 Portanto, ó rei, aceita o meu conselho e põe termo, pela justiça, em teus pecados e em tuas iniqüidades, usando de misericórdia para com os pobres; e talvez se prolongue a tua tranqüilidade.
28 Todas estas coisas sobrevieram ao rei Nabucodonosor.
29 Ao cabo de doze meses, passeando sobre o palácio real da cidade de Babilônia,
30 falou o rei e disse: Não é esta a grande Babilônia que eu edifiquei para a casa real, com o meu grandioso poder e para glória da minha majestade?
31 Falava ainda o rei quando desceu uma voz do céu: A ti se diz, ó rei Nabucodonosor: Já passou de ti o reino.
32 Serás expulso de entre os homens, e a tua morada será com os animais do campo; e far-te-ão comer ervas como os bois, e passar-se-ão sete tempos por cima de ti, até que aprendas que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens e o dá a quem quer.
33 No mesmo instante, se cumpriu a palavra sobre Nabucodonosor; e foi expulso de entre os homens e passou a comer erva como os bois, o seu corpo foi molhado do orvalho do céu, até que lhe cresceram os cabelos como as penas da águia, e as suas unhas, como as das aves.
Na sua época, Nabucodonosor, rei da antiga Babilônia, foi a autoridade mais poderosa sobre a face da terra. Ele acreditava que era um deus e exigia ser adorado. Por meio de Daniel, Deus disse a ele. “E agora vou dar a explicação. Este sonho trata da sentença do Deus Altíssimo conto o senhor, ó rei: O senhor será expulso do meio dos seres humanos e ficara morando com os animais selvagens... até que o senhor reconheça que o Deus altíssimo domina todos os reinos do mundo e coloca como rei o homem que ele quer.” (Daniel 4.24-25)
Aconteceu exatamente como Daniel havia explicado. No fim do período de isolamento, Nabucodonosor disse:... “eu olhei para o céu, e o meu juízo voltou”. Aí agradeci ao Deus Altíssimo e dei louvor e glória àquele que vive para sempre... Logo que o meu juízo voltou – continuou Nabucodonosor – eu recebi outra vez a minha honra, a minha majestade e a glória do meu reino,... Com mais poder do que antes. Portanto, eu, o rei Nabucodonosor, agradeço ao Rei do céu e lhe dou louvor e glória. “Tudo o que ele faz é certo e justo, e ele pode humilhar qualquer pessoa orgulhosa.” (Daniel 4.34-37)
34 Mas ao fim daqueles dias, eu, Nabucodonosor, levantei os olhos ao céu, tornou-me a vir o entendimento, e eu bendisse o Altíssimo, e louvei, e glorifiquei ao que vive para sempre, cujo domínio é sempiterno, e cujo reino é de geração em geração.
35 Todos os moradores da terra são por ele reputados em nada; e, segundo a sua vontade, ele opera com o exército do céu e os moradores da terra; não há quem lhe possa deter a mão, nem lhe dizer: Que fazes?
36 Tão logo me tornou a vir o entendimento, também, para a dignidade do meu reino, tornou-me a vir a minha majestade e o meu resplendor; buscaram-me os meus conselheiros e os meus grandes; fui restabelecido no meu reino, e a mim se me ajuntou extraordinária grandeza.
37 Agora, pois, eu, Nabucodonosor, louvo, exalço e glorifico ao Rei do céu, porque todas as suas obras são verdadeiras, e os seus caminhos, justos, e pode humilhar aos que andam na soberba.
Nós não somos Deus; nós temos de prestar contas a Deus, que é um poder maior. Esse poder superior pode curar nossas “loucuras” e recuperar nossa vida para ser até melhor do que era antes do nosso período de “insanidade”. Deus fará isso somente se entregarmos nossa vida a ele.
Escravidão Interior – Marcos 5.1-13
1 Entrementes, chegaram à outra margem do mar, à terra dos gerasenos.
2 Ao desembarcar, logo veio dos sepulcros, ao seu encontro, um homem possesso de espírito imundo,
3 o qual vivia nos sepulcros, e nem mesmo com cadeias alguém podia prendê-lo;
4 porque, tendo sido muitas vezes preso com grilhões e cadeias, as cadeias foram quebradas por ele, e os grilhões, despedaçados. E ninguém podia subjugá-lo.
5 Andava sempre, de noite e de dia, clamando por entre os sepulcros e pelos montes, ferindo-se com pedras.
6 Quando, de longe, viu Jesus, correu e o adorou,
7 exclamando com alta voz: Que tenho eu contigo, Jesus, Filho do Deus Altíssimo? Conjuro-te por Deus que não me atormentes!
8 Porque Jesus lhe dissera: Espírito imundo, sai desse homem!
9 E perguntou-lhe: Qual é o teu nome? Respondeu ele: Legião é o meu nome, porque somos muitos.
10 E rogou-lhe encarecidamente que os não mandasse para fora do país.
11 Ora, pastava ali pelo monte uma grande manada de porcos.
12 E os espíritos imundos rogaram a Jesus, dizendo: Manda-nos para os porcos, para que entremos neles.
13 Jesus o permitiu. Então, saindo os espíritos imundos, entraram nos porcos; e a manada, que era cerca de dois mil, precipitou-se despenhadeiro abaixo, para dentro do mar, onde se afogaram.
Quando estamos sob a influência da nossa adicção, o seu poder parece ter uma força sobrenatural. Talvez possamos desistir da vida e lançar-nos em comportamentos autodestrutivos com uma impulsividade imprudente. Talvez as pessoas tenham desistido de nós. Talvez se distanciem como se já estivéssemos mortos. Tanto se a nossa “insanidade” for auto-induzida como se tiver uma origem mais sinistra, há um poder disposto a nos devolver a sanidade e a integridade.
Jesus ajudou um homem que agia como um louco. “O homem vinha do cemitério, onde estava morando. Ninguém conseguia prendê-lo, nem mesmo usando correntes. Muitas vezes já tinham amarrado as suas mãos e os seus pés com correntes de ferro, mas ele quebrava tudo, e ninguém conseguia dominá-lo. Passava os dias e as noites nos montes e entre os túmulos, gritando e os ferindo de propósito com pedras” (Marcos 5.3-5).
Jesus foi ao cemitério e avaliou a situação. Ele tratou com as forças das trevas que afligiam o homem e lhe devolveu o juízo. Depois, o enviou para a sua casa para que contasse aos seus amigos o que Deus havia feito por ele.
Talvez tenhamos ido tão longe em nossa adicção que quebramos todas as cadeias. Lutamos para ser livres do controle da sociedade e dos nossos amados. Somente para descobrir que a nossa escravidão não vem de fontes externas. Toda a esperança parece perdida, mas, onde ainda há vida, ainda há esperança. Deus pode tocar a nossa insanidade e nos devolver o juízo perfeito.
Recuperação pela Fé – Lucas 8.43-48
43 Certa mulher que, havia doze anos, vinha sofrendo de uma hemorragia, e a quem ninguém tinha podido curar [e que gastara com os médicos todos os seus haveres],
44 veio por trás dele e lhe tocou na orla da veste, e logo se lhe estancou a hemorragia.
45 Mas Jesus disse: Quem me tocou? Como todos negassem, Pedro [com seus companheiros] disse: Mestre, as multidões te apertam e te oprimem [e dizes: Quem me tocou?].
46 Contudo, Jesus insistiu: Alguém me tocou, porque senti que de mim saiu poder.
47 Vendo a mulher que não podia ocultar-se, aproximou-se trêmula e, prostrando-se diante dele, declarou, à vista de todo o povo, a causa por que lhe havia tocado e como imediatamente fora curada.
48 Então, lhe disse: Filha, a tua fé te salvou; vai-te em paz.
A fé é a chave para trabalhar o segundo passo com sucesso. Para alguns de nós, a fé chega facilmente. Para outros, especialmente se experimentamos a traição, pode ser mais difícil. Às vezes, pensamos que devemos esgotar todos os nossos recursos tentando superar a nossa “enfermidade” adictiva antes de nos arriscar a crer em um Poder Superior.
Quando Jesus viveu na Terra, era tão conhecido pelo seu poder de cura, que multidões de enfermos o seguiam constantemente. Um dia, “chegou uma mulher que, havia doze anos, estava com uma hemorragia. Ela havia gastado tudo o que tinha com os médicos, mas ninguém havia conseguido curá-la. Ela foi atrás de Jesus e tocou na barra do seu manto, e logo o sangue parou de escorrer... Aí Jesus disse: ‘Minha filha, você se curou porque teve fé! Vá em paz, ’” (Lucas 8.43-44,48)
Para alcançar a recuperação, devemos seguir o exemplo dessa mulher. Não podemos nos dar ao luxo de ficar esperando “curas” e evitar uma ação deliberada por falta de fé. Talvez tenhamos vivido com a nossa enfermidade por muitos anos, gastando os nossos recursos em “curas” que são prometidas, mas sem obter resultados. Quando pudermos crer em Deus, o Poder superior a nós, e ter a fé para assumir a nossa própria recuperação, encontraremos o poder curador que estamos buscando.
Retorno à Sanidade – Lucas 15.11-24
11 Continuou: Certo homem tinha dois filhos;
12 o mais moço deles disse ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que me cabe. E ele lhes repartiu os haveres.
13 Passados não muitos dias, o filho mais moço, ajuntando tudo o que era seu, partiu para uma terra distante e lá dissipou todos os seus bens, vivendo dissolutamente.
14 Depois de ter consumido tudo, sobreveio àquele país uma grande fome, e ele começou a passar necessidade.
15 Então, ele foi e se agregou a um dos cidadãos daquela terra, e este o mandou para os seus campos a guardar porcos.
16 Ali, desejava ele fartar-se das alfarrobas que os porcos comiam; mas ninguém lhe dava nada.
17 Então, caindo em si, disse: Quantos trabalhadores de meu pai têm pão com fartura, e eu aqui morro de fome!
18 Levantar-me-ei, e irei ter com o meu pai, e lhe direi: Pai, pequei contra o céu e diante de ti;
19 já não sou digno de ser chamado teu filho; trata-me como um dos teus trabalhadores.
20 E, levantando-se, foi para seu pai. Vinha ele ainda longe, quando seu pai o avistou, e, compadecido dele, correndo, o abraçou, e beijou.
21 E o filho lhe disse: Pai, pequei contra o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho.
22 O pai, porém, disse aos seus servos: Trazei depressa a melhor roupa, vesti-o, ponde-lhe um anel no dedo e sandálias nos pés;
23 trazei também e matai o novilho cevado. Comamos e regozijemo-nos,
24 porque este meu filho estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado. E começaram a regozijar-se.
Na progressão natural da adicção, a vida se degenera. De uma forma ou de outra, muitos de nós um dia acordamos e percebemos que estamos vivendo como animais. O quanto isto está acontecendo depende da natureza da nossa adicção. Alguns de nós podemos estar vivendo como animais em termos de nosso ambiente físico. Outros talvez sejamos escravos de nossas paixões animais; emoções tão fortes, que desumanizam a nós e aos outros.
Um jovem pediu a sua herança antecipadamente e saiu de casa. Quando ficou sem dinheiro, as mulheres eram somente uma lembrança e a “euforia” já havia acabado. Foi obrigado a apascentar porcos para ganhar a vida a duras penas. Quando já estava tão faminto a ponto de ter inveja da comida dos porcos, entendeu que tinha um problema.
“Caindo em si, ele pensou: ‘Quantos trabalhadores do meu pai tem comida de sobra, e eu estou aqui morrendo de fome! Vou voltar para a casa do meu pai... ’Então saiu dali e voltou para a casa do pai. – Quando o rapaz ainda estava longe de casa, o pai o avistou. E, com muita pena do filho, correu, e o abraçou, e beijou.” (Lucas 15.17,20)
O fato de termos a capacidade de reconhecer a nossa vida como algo degenerado ou demente demonstra que há esperança de uma vida melhor. Lembramo-nos dos tempos em que a vida era boa e desejamos que volte a ser assim. Quando nos voltarmos para Deus, que é suficientemente poderoso para nos ajudar a construir algo melhor, descobriremos que o seu poder pode nos devolver a sanidade.
Acreditando na Recuperação – Romanos 1.18-20
18 A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça;
19 porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou.
20 Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis;
Dizer que “viemos a acreditar” sugere um processo. Acreditar é o resultado de considerar, duvidar, raciocinar e concluir. A habilidade de dar forma a uma fé é parte do que significa ser sermos criados à semelhança de Deus. Isso envolve emoção e lógica e nos leva a ação. Então, qual é o processo que nos leva a uma fé sólida e muda a nossa vida?
Começamos com as nossas experiências pessoais e vemos o que é que não funciona. Quando examinamos a nossa própria condição, compreendemos que não temos poder suficiente para vencer a nossa dependência. Tentamos com todas as nossas forças, mas sem nenhum resultado.
Quando estamos suficientemente tranqüilos para escutar, ouvimos essa voz mansa e suave dentro de nós, que nos diz: “Existe um Deus e ele é extremadamente poderoso.” O apóstolo Paulo disse isso da seguinte maneira: “O que se pode conhecer a respeito de Deus está bem claro para elas [todas as pessoas], pois foi o próprio Deus que lhes mostrou isso”(Romanos 1.19).
Reconhecer as nossas fraquezas íntimas é o primeiro passo para a recuperação. Quando olhamos além de nós, descobrimos que há outros que lutaram contra a adicção e se recuperaram. Sabemos que eles também eram incapazes de curar a si mesmos, porém, agora, vivem livres das suas condutas adictivas.
Concluímos que deve haver um Poder Superior que os ajudou. Podemos ver as semelhanças entre as lutas dessas pessoas e as nossas e, com isso, chegamos ao conhecimento de que o nosso poderoso Deus pode nos restaurar a sanidade. Aqui é onde muitas pessoas se encontram quando se chega ao Segundo Passo, e, no caminho para a recuperação, esse é um bom lugar para estar.
O Passo da Esperança – Hebreus 11.1-10
1 Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem.
2 Pois, pela fé, os antigos obtiveram bom testemunho.
3 Pela fé, entendemos que foi o universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das coisas que não aparecem.
4 Pela fé, Abel ofereceu a Deus mais excelente sacrifício do que Caim; pelo qual obteve testemunho de ser justo, tendo a aprovação de Deus quanto às suas ofertas. Por meio dela, também mesmo depois de morto, ainda fala.
5 Pela fé, Enoque foi trasladado para não ver a morte; não foi achado, porque Deus o trasladara. Pois, antes da sua trasladação, obteve testemunho de haver agradado a Deus.
6 De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardeador dos que o buscam.
7 Pela fé, Noé, divinamente instruído acerca de acontecimentos que ainda não se viam e sendo temente a Deus, aparelhou uma arca para a salvação de sua casa; pela qual condenou o mundo e se tornou herdeiro da justiça que vem da fé.
8 Pela fé, Abraão, quando chamado, obedeceu, a fim de ir para um lugar que devia receber por herança; e partiu sem saber aonde ia.
9 Pela fé, peregrinou na terra da promessa como em terra alheia, habitando em tendas com Izaque e Jacó, herdeiros com ele da mesma promessa;
10 Porque aguardava a cidade que tem fundamentos, da qual Deus é o arquiteto e edificador.
O segundo passo é mencionado com freqüência, como o “passo da esperança”. Ao acreditar que um Poder superior a nós pode nos devolver à sanidade, recordaremos como era viver com sanidade e teremos a fé para esperar que essa sanidade retorne.
‘O que é a fé?”“, pergunta a Bíblia. “A fé é a certeza de que vamos receber as coisas que esperamos e a prova de que existem coisas que não podemos ver.” (Hebreus 11.1)
Como podemos ter certeza de que algo que queremos vai acontecer, especialmente se todas as nossas esperanças foram frustradas? Como podemos arriscar acreditar que a vida que desejamos está esperando por nós na esquina?
A Bíblia nos diz que a chave está na natureza do Poder superior que olhamos. As escrituras dizem que “quem vai a ele (Deus) precisa crer que ele existe e que recompensa os que procuram conhecê-lo melhor” (Hebreus 11.6).
Se consideramos Deus como alguém que está tentando nos ajudar, teremos desejo de buscá-lo. Mas, se a nossa fé ainda não amadureceu até esse nível, podemos pedir ajuda.
Um homem se aproximou de Jesus para lhe pedir que ajudasse o seu jovem filho que estava possuído por um demônio. O homem disse a Jesus: “Se o Senhor pode então nos ajude. Tenha pena de nós! Jesus respondeu: ‘Se eu posso?
Tudo é possível para quem tem fé’. Então o pai gritou: ‘Ajude-me a ter mais fé ainda’”(Marcos 9.22-24).
22 e muitas vezes o tem lançado no fogo e na água, para o matar; mas, se tu podes alguma coisa, tem compaixão de nós e ajuda-nos.
23 Ao que lhe respondeu Jesus: Se podes! Tudo é possível ao que crê.
24 E imediatamente o pai do menino exclamou [com lágrimas]: Eu creio! Ajuda-me na minha falta de fé!
Para começar podemos pedir a Deus que nos ajude a ter mais fé. Então, poderemos lhe pedir coragem para esperar um futuro melhor.








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