Desenvolvimento de antipatia ou até mesmo hostilidade frente sua própria sociedade ou cultura, durante a adolescência. Este fenômeno pode estar associado a alterações psicopatológicas, mas pode também acompanhar mudanças sociais que implicam a substituição:
(i) de famílias extensas por famílias nucleares,
(ii) de status atribuído por status conquistado,
(iii) de uma vida centrada na família por uma vida centrada nos pares,
(iv) de valores religiosos por seculares,
(v) do comunalismo pelo individualismo,
(vi) da estabilidade social por mudanças sociais e
(vii) da moral tradicional pela moderna.
A alienação durante a adolescência, se generalizada, pode resultar em problemas psicossociais epidêmicos, como, p.ex., abuso de álcool e drogas, delinqüência, depressão, conflitos familiares, gravidez fora do casamento, abandono escolar, vandalismo e suicídio.








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